A importância de extinguir o desperdício de alimentos no Brasil

Enviada em 30/11/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, garante a todos os cidadãos, em seu artigo 25, o direito humano à alimentação adequada. No entanto, ao analisar o desperdício de alimento no Brasil e a importância de extinguir esse ato, nota-se um abismo entre o ideal e a prática, gerando um cenário de perda alimentícia e profunda fome mundial. Sendo assim, cabe citar os mecanismos de manuseio e a negligência governamental como fatores que influenciam esse quadro.

A princípio, é evidente que tais circunstâncias devem-se ao transporte de alimentos, que gera uma perca abundante e consequentemente ocorre como pessoas que ocorrem com a fome. A respeito disso, cabe citar os dados de pesquisa da ONU, aponta que: “50% do desperdício de alimentos ocorrem nos transportes e armazenamentos”. Dessa maneira, é evidente que a transportação de mantimentos influencia no desperdício que deveria ir para famílias necessitadas, sendo de necessidade imediata a reversão do quadro em prol de solucionar a carestia.

Ademais, outra questão, relevante é o papel do governo em avançar na realização da reforma agrária, na regularização fundiária e no reconhecimento dos territórios. Entretanto, desde a Idade Moderna, o iluminismo trouxe a ideia de que à terra era um bem comum a todos. Assim sendo, a autonomia para produção local dos alimentos evitaria o desaproveitamento diante da transportação nas rodovias, o que é inadmissível e urge intervenção.

Portanto, faz-se necessário desenvolver medidas que visem mitigar o assunto em questão. Dessa forma, deve o Estado, responsável por garantir os direitos básicos do cidadão, em parceria com iniciativas privadas, promover a expansão de linhas ferroviárias por todo o país, de modo a evitar que ocorra acidentes nas rodovias com os transportes de alimentos,  objetivando uma entrega mais rápida e segura. Outrossim, a Sociedade deve elaborar campanhas, utilizando as redes sociais e mídia, a fim de requerer os direitos a redistribuição fundiária, assim pode-se criar hortas sociais com limite de colheita para não desperdício. A partir dessas ações, espera-se promover um país que dê maior valor ao alimento e o não desperdício do mesmo.