A importância de extinguir o desperdício de alimentos no Brasil
Enviada em 09/03/2022
O filósofo medieval Sócrates, defendia que “O belo é útil”. Nesse sentido, a beleza estava associada no quão proveitoso fosse determinado objeto. Sendo assim, destinar os alimentos desperdiçados por não satisfazerem os padrões de consumo será, de maneira bela segundo Sócrates, uma forma de combater à fome no Brasil.
Antes de tudo, na sociologia o conceito de padrão remete: “O que segue normas, valores e modelos”. Desse modo, a fome no Brasil se justifica por causa do alto índice de esperdício de alimentos. Esse motivo, segundo a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) representa 1/3 do total produzido, é ocasionado muitas das vezes por eles não terem forma, tamanho e cor adequadas ao exigido e assim, acabam sendo negligenciados nos centros de abastecimento, favorecendo seu descarte. Por conta disso, o acesso à comida por familias de baixa renda ou desempregadas é afetado não só por fatores estéticos mas econômicos.
Além disso, 20 milhões de pessoas passam fome no Brasil segundo pesquisa da CNN. Esse problema é iniciado no desaproveitamento e influencia no preço dos itens. Então, segundo à Lei econômica da oferta e procura, quanto menor for a quantidade disponível de determinado produto, maior será sua busca e como resultado, o preço dele aumentará. Por certo, a variação no preço implica na elevação da inflação (Aumento contínuo e generalizado dos preços em uma economia), diminuindo o poder de compra dos menos favorecidos e afetando diretamente na alimentação de qualidade do grupo em questão.
Portanto, cabe ao Ministério da agricultura promover campanhas educativas por meio de palestras - Estas, sendo transmitidas ao vivo pela plataforma de vídeos Youtube -, com o objetivo de fomentar à venda com preço reduzido e doação dos produtos despadronizados, a fim de acabar com a fome da população brasileira.