A importância de extinguir o desperdício de alimentos no Brasil

Enviada em 01/05/2022

“Construímos muitos muros e poucas pontes”. Essa afirmação do cientista inglês Isaac Newton reflete a postura da sociedade diante o desperdício de alimentos perecíveis e não perecíveis. Infere-se, portanto, que há um grave problema negligenciado pelo Estado e pouco combatido pela população.

Convém salientar, o pensamento do escritor brasileiro Ariano Suassuna, no qual o Brasil é constituído de duas vertentes, a dos despossuídos e dos privilegiados. Nesse panorama, o parecer do autor se encaixa na culpabilidade estatal em pouco se utilizar políticas públicas de combate ao desperdício de alimetos, visto que todos os dias há milhares de brasileiros que passam necessidade. Dessa forma, agravando ainda mais o problema mundial da fome.

Ademais, a falta de empatia da nação verde-amarelo com o próximo enfatiza a habitualidade da sociedade diante situações mesmo que perniciosas. Nesse viés, a população se encaixa na condição de consciente de seus atos, mas ao mesmo tempo displicente, pois muita comida é jogada fora nas residências por não está de acordo com os padrões estéticos adequados, mesmo estando em perfeitas condições de consumo.

Diante o supramencionado, é necessário que se tomem medidas eficazes de combate à fome e ao desperdicío, Portanto, cabe ao Estado - detentor dos recursos públicos - por meio de emendas parlamentares criar um programa nacional de combate ao desperdicío de alimentos e firmar parcerias com instituições privadas oferecendo benefícios fiscais com o intuito de combater à fome. Outrora, cabe à população ser mais consciente de seus atos e buscar utilizar todo alimento indenpendente de padrões estéticos. Dessa forma, será possível construir mais pontes em vez de muros.