A importância de garantir acessibilidade para todos

Enviada em 13/08/2021

Na Grécia antiga, as pessoas deficiência eram consideradas fruto de castigo divino, condenando-as a morte, analogamente, no Brasil, indivíduos com deficiência também são ignorados, o que dificulta sua acessibilidade física e social. Fruto esse não só da falta de prioridades e ferramentas físicas em estabelecimentos, como também a falta de pensamento igualitário entre as pessoas. Portanto, é necessário debater sobre a problemática para encontrar uma solução.

Primeiramente, é importante analisar a questão da falta de utensílios para facilitar a vida cotidiana dos deficientes. De acordo com dados do IBGE (instituto Brasileiro de geografia e estatística) 6,2% da nação brasileira possuem algum tipo de deficiência. Dessa forma, se há tantos cidadãos nesse estado, logo, com certeza elas são afetadas pela ausência de acessibilidades, como estacionamento prioritário, rampa em calçadas e semáforos especiais. Assim sendo, a falta desses objetos contribui para a perpetuação trágica da falta de acessibilidade física no país.

Nesse sentido, vale ressaltar a desumana exclusão dos deficientes na sociedade moderna. Conforme aponta o sociólogo G.Simel, a população cotidiana estão cada vez mais apáticas com seus iguais devido o cotidiano movimentado pelo trabalho, trânsito e escola. Dessa maneira, esse ambiente não repara nas pessoas com deficiências no correr do dia a dia, por conseguinte, estes são excluídos pelo ambiente, ficando sozinhos mesmos rodeados por pessoas constantemente.

Em sumo, é mister que o Estado tome as devidas atitudes para amenizar o empasse. Urge, assim, que o Ministério da Economia - órgão responsável pela administração fiscal brasileira - aumente o número de acessibilidades urbanas e interações sociais. Por meio de um investimento na área civil buscando aprimorar as vias urbanas para que possam atender as exigências da população deficiência; também é essencial que invista em propagandas televisáveis que mostre a importância das interações interpessoais. Para que assim, a população deficiente tenha acessibilidade física e social e quebre o preconceito análogo à Grécia antiga.