A importância de garantir acessibilidade para todos
Enviada em 28/10/2022
Em 1988, foi promulgada a Constituição Federal do Brasil, concedendo os direitos civis, políticos e sociais a todos os brasileiros. No entanto, a questão da acessibilidade para os necessitados vem como uma realidade utópica na sociedade brasileira. Nesse sentido, o poder estatal, pela falta de políticas públicas, carece no desenvolvimento de recursos para a promoção da acessibilidade e inclusão social dos indivíduos portadores desse acesso. Logo, cabe a análise em torno dessa realidade, a partir da premência da falha governamental.
Inicialmente, acerca da lógica referente ao tema, é válido retomar o aspecto supracitado quanto a garantia de acessibilidade para todos, fato relevante para a inclusão social dos cidadão vulneráveis. Nesse aspecto, no conto de Dostioévski ‘‘O Sonho de Um Homem Rídiculo’’, aponta a história de uma narrador que sonha com a sociedade perfeita a que é marcada pela ausência de mazelas sociais. Em paralelo a essa obra, a problemática referente a acessibilidade para todos apresenta-se como uma falha governamental presente desde os antepassados. Sendo assim, nota-se que esse desvio, causa uma exclusão de um determinado grupo. Sendo assim, é de suma importância uma imediata intervenção.
Outrossim, a irrelenvância do assunto perante aos governantes, ainda é um grande impasse para a resolução da problemática. Com efeito, para a confirmação do raciocínio apresentado, a Filósofa alemã, Hannah Arendt, vai criticar em sua obra ‘‘A Origem do Totalitarismo’’, a banalização do mal a partir da segregação humana. Nessa perspectiva retratada pela banalização do mal, é possível identificar a confirmação da passividade governamental, de modo que venha aumentando ao longo dos anos. Desse modo, sem uma intervenção para falta de acesso as pessoas necessidadas, torna-se um empecilho para o pleno desenvolvimento dos brasileiros.
Portanto, é mister que o Estado, tome providências para amenizar o quardo atual. Para maior acessibilidade a esses grupos, urge que o Ministério dos Direitos Humanos, crie, por meio de verbas governamnetais, projetos com o objetivo de incluir devidamente tais grupos, afim de manter a igualdade e a inclusão social como foi promulgada na constituição de 1988.