A importância de garantir acessibilidade para todos

Enviada em 07/07/2023

Em pleno século XXI, em que se há inúmeros dispositivos legais e mecanismos de conscientização, ainda há problemas recorrentes com a acessibilidade para todos no Brasil. Isso é evidente quando as taxas são divulgadas no censo e, sobretudo, quando há a divulgação das taxas da opressão por gênero (26,5% são mulheres, segundo o IBGE) e quando se sabe que pessoas de rua sequer são registradas. Nesse sentido, visando mudar essa realidade brasileira, são necessárias mudanças, sobretudo no âmbito da inoperância governamental para conter o problema nos mais diversos mecanismos legais que dispõe.

Em primeiro plano, vale salientar que o Estado deve ser o propulsor de uma sociedade mais igualitária, livre e segura. Isso consta no Artigo 3º da Constituição Federal, que versa sobre liberdade, igualdade e segurança para todos, mas isso não é o que é evidenciado no dia-a-dia. O que é visto por todos são barreiras e entraves no acesso a ambientes pelos deficientes e isso se deve à falta de fiscalização do Governo nos ambientes privados e falta de acessibilidade nas próprias autarquias e obras governamentais. Esses problemas, indubitavelmente, devem ser resolvidos.

Ademais, a invisibilidade do deficiente se dá, sobretudo, nos dias atuais, por puro preconceito. Isso evidencia a opressão por deficiência e por gênero feminino e cor negra ou parda (26,5% segundo o IBGE). Esse é um problema que não é atual e Einstein, em sua época já alertava o quão mais fácil é quebrar um átomo do que um preconceito, diante de uma realidade tão triste. E, uma vez alterada essa realidade, com mais acessibilidade, os deficientes poderiam ser muito mais ativos e retribuirem para como a sociedade, além de terem direitos de verdadeiros cidadãos que são.

Portanto, diante disso, mudanças são necessárias para uma sociedade mais igualitária, livre e justa. Logo, urge que o Estado deve, via contratação de fiscais e por intensificação de fiscalização, detectar os ambientes em que a acessibilidade está indevida e penalizar ou até mesmo corrigir, visando o bem-estar coletivo. Além disso, a mídia por campanhas publicitárias deve alertar sobre o problema e sobre a realidade do preconceito nos dias atuais, para conter, de fato o problema.