A importância de garantir acessibilidade para todos

Enviada em 03/11/2023

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, tem como responsabilidade assegurar a vida, a liberdade e seguração pessoal dos indivíduos em conjunto da sociedade. No entanto, o cenário brasileiro corresponde ao contrário quando se trata de acessibilidade, não correspondendo tais práticas colocadas, comprometendo a corporação contemporânea.

Adicionalmente, o Brasil apresenta um grande número de pessoas deficientes que necessitam de acesso em determinados ambientes, sejam públicos ou privados. De acordo com o site Gov, cerca de 8,9% da populção corresponde a alguma deficiência, impossibilitando que tenham um cotidiano comum como os outros cidadãos, enfrentando problemas como a violência física e verbal, a dificuldade de inclusão e até mesmo a falta de aproximação da tecnologia. Com isso, a sociedade brasileira comparada com países como, Israel, Austrália, França, Reino Unido, Estados Unidos e Itália, está cada vez mais distante de ser inclusiva com a acessibilidade dos cidadãos.

Ademas, a falta de acessibilidade no Brasil corresponde a erros históricos como por exemplo, em 1960, em que Juscelino Kubitschek incentivou a contrução de rodovias no seu plano de 50 em 5,e que de fato, levou a uma aceleração desenfreada de vias públicas, sendo gerada de um jeito inapropriado para os cidadãos que necessitam de acesso. Nesse viés, a acessibilidade também pode ser titudinal, arquitetônica, metodológica, programática, nos transportes e nas comunicações. Contudo, essa pauta não esta nos interesses da população ,pois, a falta de respeito e o preconceito estão enraizados na sociedade desde muitos séculos.

Portanto, para combater a falta de acessibilidade no Brasil, é necessário que o Conselho Nacional dos Direitos Humanos, com o auxílio das escolas promova ongs e campanhas, que mostrem a importância do acesso para as pessoas com deficiência, tendo uma finalidade de criar uma população com grande senso crítico, podendo ajudar e incentivar criações para tais cidadãos, contribuindo assim, para uma sociedade empática e colaborativa.