A importância de garantir acessibilidade para todos

Enviada em 11/05/2024

O liberalismo, como modelo político que influência o regimento do Estado Democrático de Direto brasileiro, garante direitos universais- condições fundamentais e inalienáveis- como a liberdade e a dignidade. Entretanto, o cenário atual do país reflete condições adversas, no que diz respeito a acessibilidade a tais garantias, principalmente dos cidadãos que possuem limitações físicas de mobilidade. Todavía, evidencia-se a passividade da sociedade e a incopetência do governo, à cerca da problemática.

Portanto, a falta de empatia de grande parcela da população, é uma barreira para a superação da inacessibilidade. Visto que, as leis referentes a democratização dos locais públicos, não são respeitadas, e as autoridades políticas, deveriam ser cobradas, quanto a criação de projetos que promovam a liberdade e dignidade dos deficientes. Nessa pespectiva, conclui-se que o conceito físico de Isaac Newton, ao descrever que um corpo em repouso tende a manter-se nessa condição, ilustra a inércia social.

Além da resistência a mudança, da sociedade, a negligência estatal também perpetua o cenário não inclusivo do Brasil. À luz disso, o cotidiano das cidades escancara as falhas de cumprimento da Constituição Federal Brasileira, promulgado em 1988. Afinal, há a ausênsia de iniciativas, referentes a políticas públicas efetivas, e de fiscalização, como forma de garantir a aplicação das leis já criadas. Sendo assim, o deficiênte convive com difuldades, como transitar em locais públicos e acessar instituições de ensino adaptadas, para proporcionar a melhor prestação de serviços.

Então, nesse viés analítico, é dever social atentar-se ao respeito das leis que existem em prol da acessibilidade- como não estacionar na vaga destinada ao deficiente e respeitar as filas preferências- além de, tomar a iniciativa de revindicar ao governo projetos, a fim de condicionar o bem estar social. Por meio de, manifestações e do voto consciente, em políticos que atentam-se a tal circunstância. Dessa forma, o Brasil poderá verdadeiramente ser considerado um Estado Democrático de Direito.