A importância de proteger a Floresta Amazônica

Enviada em 27/06/2020

O processo de exploração da América teve início entre os séculos XV e XVI, com a chegada dos colonizadores europeus ao território. Contudo, esse ainda remonta à contemporaneidade, e é responsável pela alteração de ecossistemas, como a Floresta Amazônica. Nesse sentido, a importância de protegê-la é de âmbito internacional, uma vez que os recursos presentes nela, além de serem úteis à manutenção da vida humana, podem gerar dano à todas as espécies do planeta, se extintos.

A priori, aponta-se o potencial farmacêutico presente na extensa biodiversidade amazônica. Sob este viés, tem-se, na cultura indígena local, o costume de aplicar itens naturais medicinalmente como exemplo da capacidade humana em desenvolver remédios de forna orgânica. Essa, adaptada ao meio laboratorial, conforme um artigo publicado na revista Veja, moldou um eficaz medicamento contra a alta pressão arterial, a partir de uma planta do bioma em análise. Portanto, tendo em vista o constante avanço científico moderno e as inúmeras espécies a serem estudadas no habitat das vitórias-régias, infere-se que zelar pela integridade da Floresta Amazônica é favorável à saúde antrópica.

Ademais, a relevância de preservar o lar da maior bacia de rios do globo abrange todos os seres vivos, não só os humanos. Sob esta ótica, se práticas como o desmatamento em massa, incêndios florestais e caças ilegais forem mantidas, o número de espécies em extinção crescerá exponencialmente, segundo o periódico Nature. Consequentemente, é iminente o colapso ambiental causado pela desregulação de cadeias alimentares e condições climáticas em escala global, entre outros fatores diretamente ligados à mata. Dessa forma, visando à preservação da vida na Terra, a unidade da floresta dissertada deve ser mantida.

Em suma, são necessárias medidas para reverter as problemáticas apresentadas. Logo, a Organização das Nações Unidas deve propor a elaboração de uma Agenda que objetive a presença da Floresta Amazônica. Essa, ocorrerá por meio de uma Conferência composta pelos Ministros do Meio Ambiente de cada país associado à organização. A Agenda deve estabelecer limites geográficos à exploração, demarcar áreas não passíveis a essa, proibir a caça de animais em risco de extinção e a prática de incêndios florestais, a fim da conservação supramencionada. Com efeito, espera-se que as mazelas do processo iniciado há seis séculos sejam amenizadas, e a Amazônia preservada.