A importância de saber ouvir de forma respeitosa em um Brasil polarizado

Enviada em 09/06/2024

Segundo o filósofo Tomas Aquino, “aceitar a diversidade de opinião não é simples ainda mais quando é composta por críticas ao nosso ponto de vista”. Diante disso, a polarização política, que gera discussões acirradas nas mídias sociais, nas famílias e em diversos locais públicos e privados, é um fenômeno que o Brasil lidera em comparação com 12 países, incluindo toda a América Latina, Espanha e Portugal. Assim, a polarização tem sido crescente em todo país.

Conforme o sociólogo Marcos de Paulla, “a polarização política, social e religiosa tem sido alvo de intensos debates na esfera nacional”. Dessa forma, o nível de polarização da conversa digital na Ibero – América cresceu 39% nos últimos cinco anos , de acordo com o IBGE. Ademais, o período de pandemia ampliou o problema. Nesse viés, na definição da agência, “a polarização refere-se ao processo de reafirmação das próprias crenças”.

Além disso, saber ouvir o próximo sem criticar não é tão simples como se parece ser. Por isso, o que é novo não é tanto que as posições que resultam dessa interação sejam extremadas (embora em muitos casos isso seja resultado), porém sem atitude de desconhecimento intencional (quando não de desprezo) das evidências e argumentos que forçaria a mudança de crenças. Logo, a polarização é algo que deve ser resolvido.

Destarte, para resolver ou mitigar os problemas que a polarização causa a população brasileira cabe ao Ministério da Educação (MEC) por meio do uso da arrecadação de impostos aplicar na educação das escolas para que tenha um assunto atrelado a sociologia com o fito de discutir as diferentes opiniões para que assim o país seja menos polarizado.