A importância de saber ouvir de forma respeitosa em um Brasil polarizado
Enviada em 24/06/2024
O filme “O som do coração”, dramatizou no cinema a história de um garoto surdo que apesar da inabilidade de ouvir, sabia gerar belas melodias com instrumentos, semelhantemente, Beethowen criou “Ode a Alegria” quando deichou de ouvir. Em face disso, sintetisar harmonia exige não escutar as populações de bolhas da leiguice comum. Visto isso, o Estado logra no ambiente digital o poder de educar à gentileza durante a polarização. Por conseguinte, a violência das fake news recuam alcance no desrespeito a dignidade humana e segregação frente à constituição.
Sob essa ótica, quando as redes sociais são vigiadas pelo Estado na intenção de carrear respeito ao interior das bolhas, as divisões na comunidade digital perdem para a meiguice de se colocar no lugar do outro para entendê-lo. Além disso, é o Estado que tem a responsabilidade de gerir o corpo social e abrandar conflitos endemicos nocivos a ordem pública e digital privada. No tocante a redes sociais carecerem de regras para evitar facções e proteger a honra humana, foi por essa razão que o Senado criou o PL das Fake News que impõe diretrizes às big techs quanto ao trânsito de informações malignas, ou seja, as mídias sociais não são corrigidas sem o Estado. Desse modo, apenas o Estado consegue desestruturar o macro problema da polarização no Brasil.
Consequentemente, se as fake news nas redes sociais forem combatidas pela constituição, os indivíduos terão menos interesse em dissensões e mais erudição, por ausência de fomento à discórdia e assento para mentiras. Ademais, as mídias sociais têm elevada participação na vida dos brasileiros, devido a isso se tornou cenário silencioso para a polarização, uma vez que a constituição ainda está em processo de adaptação as redes sociais. Vale ressaltar, que segundo o jornal Metrópoles, o Brasil é o segundo país onde a população passa mais tempo nas redes sociais, isto é, se o Estado influenciar empatia nas redes sociais, influenciará o Brasil todo. Dessa forma, a constituição é ideal contra: polarização e desrespeito.
Logo, infere-se que a polarização tem berço nas redes sociais por causa de pouca participação do Estado em fiscalização digital. Destarte, o Senado, este que cria as leis, deve atualizar a constituição quanto as redes sociais, por meio de decretos, a fim usar instrumentos de harmonia como fez Beethowen e “O som do coração”.