A importância de valorizar a população indígena
Enviada em 19/09/2022
Das disposições instituídas no artigo 1°, a Constituição de 1988 elenca a pluralidade política como parte integrante de seus fundamentos, de modo a resguardar a ordem social no Brasil. Sob tal prisma, os casos recorrentes de preconceito e de agressão alheia aos povos indígenas ferem esse princípio, revelando a resignação popular quanto ao papel do índio. Portanto, convém analisar a imprescindibilidade de valorizar os aborígenes, seja em virtude do patrimônio histórico e cultura, ou da preservação da biodiversidade nacional.
A princípio, vale frisar que a comunidade nativa constitui uma parcela pertinente da riqueza histórica e cultural brasileira. Isso pois, consoante Confúcio – célebre pensador chinês -, a reflexão acerca de eventos pretéritos permite ao homem moldar o próprio comportamento, para que evite erros reiterados. Diante do exposto, torna-se evidente a necessidade de apreciar a cultura nativa: é portadora de saberes milenares, os quais servem de aprendizagem para a regularização da vida social.
Paralelamente, destaca-se a manutenção da biodiversidade como produto da valorização das tribos indígenas. A esse respeito, o cofundador do “Greenpeace”, Paul Atson, advoga que inteligência é a habilidade de viver em harmonia com outras espécies. À vista disso, é notório que os costumes aborígenes corroboram a preservação da natureza, já que são alicersados no seu respeito.
Destarte, com a pretensão de difundir a valorização do índio no Brasil, cabe ao Ministério da Educação elaborar feiras públicas e periódicas que divulguem a história e a cultura nativa (especialmente com relação aos costumes e alimentação) mediante parceiras com aldeias simpatizantes. Além do mais, os municípios devem adotar técnicas de jardinagem correspondentes às dos índios, via cursos “online” para o pessoal encarregado. Sendo assim, a pluralidade política concretizar-se-á perante a Constituição Cidadã, fazendo jus a posição de fundamento nacional.s