A importância de valorizar a população indígena

Enviada em 06/06/2023

Em 1500, o Brasil já era Pindorama

De acordo com alguns estudos o Brasil foi descoberto pelos portugueses, entretanto, existe um equívoco ao afirmar tal cenário. Afinal, muito antes dos europeus, o povo Tupi Guarani já residia nas Terras das Palmeiras (Pindorama, em Tupi). Entretanto, com o início da colonização, além dos indígenas terem sido explorados violentamente, foram marginalizados pela sociedade não só na época, como até os dias atuais. Nesta perspectiva, a desvalorização destas pessoas cumina na falta de direitos, dignidade e respeito para com estes.

Todavia, segundo o artigo 1°, incisso III, o princípio fundamental é assegurar ao homem um mínimo de direitos que devem ser respeitados pela nação e pelo poder público, de forma a preservar a valorização do ser humano. Oposto a isto, o caso de abandono de saúde pública com o povo Yanomami, que durante os quatro anos de governo do ex-presidente cresceu em 331%, prova a ignorância e imposta aos povos aborígenes.

Assim, ao invés de providenciar o básico, se cogita retirar o pouco do direito às terras ocupadas originalmente pela população nativa. Como exemplo, o marco temporal é a mais nova tentativa de tomar a posse de terras com inúmeras justificativas que camuflam o objetivo final: Ganhar mais dinheiro. Não obstante de um cenário colonial, é preciso entender que além das terras já possuirem habitantes, também contém boa parte da reserva natural do país e que diferente de antigamente, não existe mais a liberdade de degradar estes espaços, independente da importância econômica.

Depreende-se, portanto, que haja uma integração social e comercial dos povos originários à sociedade brasileira. Logo, partindo do Ministério dos Povos Indígenas e o de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, a criação de empresas de atividades locais, como o garimpo, gerenciados pelas comunidades, objetivaria empregar estes povos e garantir os direitos básicos vigentes da forma como o mundo funciona: Através do capital. Entretanto, sem se despreender dos costumes locais, muito pelo contrário, todos teriam acesso a tecnologia, educação, saúde, mas a cultura e preservação do meio em que vivem seria de máxima prioridade.