A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 17/10/2025
No filme “Lorax”, o personagem Once nos mostra uma cidade artificial, sem vida e marjoritariamente composta por plástico, onde a paisagem foi transformada pela poluição, desmatamento e o consumo desenfreado. De maneira análoga a isso, a sociedade brasileira ainda não foi apresentada a concepção do finito, de um mundo sem recursos naturais, haja visto que, as problemáticas denunciadas por Once é um empecilho que persiste desde o período colonial até os dias de hoje. Sendo assim, torna-se fulcral a promoção da sustentabilidade no Brasil.
Nesse cenário, é de suma importância a defesa do meio ambiente e o fomento ao desenvolvimento sustentável. Marina Silva, ministra e ambientalista brasileira defende a sustentabilidade integrada com o desenvolvimento social e econômico, ou seja, a sustentabilidade seria indissociável dos aspectos sociais e econômicos, sendo fundamental não só para a garantia de qualidade de vida e saúde da população, como também para a prosperidade do país. Dessa forma, a vida de milhões de pessoas que vivem em meio ao desmatamento, poluição, e ao descarte inadequado do lixo teriam acesso à infraestrutura de forma responsável.
Além disso, a falta de políticas de fiscalização e legislação rigorosa põe em risco a manutenção ecológica. Segundo Carlos Minc - ambientalista e economista - há timidez das políticas públicas que incentivam a reciclagem e economia circular, em outras palavras, existe uma flexibilização do Código Florestal aliado a permissividade do Estado com o uso irracional da matéria-prima. Tal incosistência administrativa permite à exploração e a impunidade frente as devastações geradas, como os mais de 900km² de área desmatada na Amazônia, por exemplo.
Portanto, é inegável os obstáculos enfrentados para a implementação da sustentabilidade ao todo. Nesse sentido, compete ao Ministério do Meio Ambiente e Mundanças Climáticas, orgão responsável pela proteção ambiental e fiscalização de práticas ecológicas, em parceria com as secretárias municipais, a expansão da economia circular e a ampliação do uso de fontes renováveis, por meio de incentivos fiscais aos “municípios verdes”. Isso deve ser feito a fim de promover a adoção de práticas sustentáveis. Afinal, tais ações tem como objetivo evitar uma realidade artificial.