A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 24/09/2019
Com a conferência de Estocolmo (1972), perceberam que as grandes potências eram a que mais poluíam, a partir disso, originou-se o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Sendo assim, os países desenvolvidos elaboraram o “desenvolvimento zero”, no qual não poderiam usufruir dos recursos naturais que tinham, paralelamente, os demais criaram o “desmatamento a qualquer custo”, pois necessitavam desenvolver-se. Hodiernamente, para combater esse desequilíbrio foi elaborado e aceito o “desenvolvimento sustentável”, com o objetivo de usar sem esgotar para que as próximas gerações tenham o mesmo recurso, essa visão utópica não condiz com a realidade brasileira.
Em primeiro plano, vale ressaltar o desmatamento como impulsionador do problema. Tal ação altera no ciclo do carbono que as árvores fazem, ao transformar, através da fotossíntese, o CO2 (gás carbônico) em O2 (gás oxigênio), o qual equilibra o efeito estufa. Um exemplo disso, é a floresta tropical amazônica, por sua extensão é conhecida como “o pulmão do mundo”, famosa pela biodiversidade e por ser responsável na produção de 20% de oxigênio no planeta, a mesma sofreu longo período de queimadas intensas e foi declarada em estado de emergência. Nesse cenário, fica evidente que o desenvolvimento sustentável não está em vigor, uma vez que esses resultados serão piores para as futuras gerações.
Outrossim, destaca-se as indústrias como auxiliares nesse impasse que, futuramente, haverá grande impacto. Conforme questionava o físico alemão, Albert Einstein: “O homem inventou a bomba atômica, mas me diz que rato inventaria a própria ratoeira?”. Nesse contexto, essa reflexão atemporal, afirma de forma eufêmica que os seres humanos são autodestrutivos, pois além de desmatarem seguindo o conceito do “desmatamento a qualquer custo”, têm as indústrias como principais queimadores de combustíveis fósseis, liberando CO2 e CH4 - gases extremamente perigosos para o equilíbrio do efeito estufa. Assim, além de haver redução no ciclo do carbono por falta de vegetação, ainda ocorre um aumento nos gases poluentes, esse efeito inversamente proporcional prejudica a biosfera, todos.
Diante o exposto, medidas são necessárias para solucionar esse impasse que traz terríveis consequências para a biosfera e aos seus habitantes. Portanto, o Poder Legislativo, deve ampliar a lei sobre o desmatamento já existente, de maneira que, além dos anos de prisão tenha que fazer Pagamento Judicial, durante todo o período. Ademais, o Ministério da Educação (MEC), deve realizar com ajuda dos governos estaduais, um programa educacional “online”, oferecendo para a população aulas curtas e objetivas sobre os perigos do desmatamento, por meio da internet, a fim de que tenham esse conhecimento. Somente assim, seria possível evitar desastres ambientais antrópicos.