A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 03/10/2019
Hodiernamente, o Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta o risco de extinção de quase 1 milhão de espécies da fauna e da flora: 559 dos 6.190 animais e plantas domesticados foram extintos, até 2016, e outros mil estão ameaçados. O ser humano tem, cada vez mais, deixado a simpatia para com a natureza de lado, focalizando no seu objetivo crucial que é o desenvolvimento e engrandecimento de suas riquezas. Essas respostas à natureza têm acarretado inúmeros resultados e consequências, podendo ser diretas ou indiretas, mas acima de tudo, existentes.
Com o passar das décadas e junto, a necessidade de inovações, o homem desviou seu olhar da criação e se concentrou em criar e hoje, percebe-se esse pedido de ajuda que existem há séculos no meio natural. Um dos pontos que mais atrasam a percepção de novas ideias, é não assumir a responsabilidade, pois em razão deste ponto, a maioria sugere que os únicos culpados são quem desmata ou quem explora, sendo que 90% da população não faz nada quanto a isso e em seu cotidiano, usufrui de fatores danosos, como por exemplo, roupas de couro ou canudos em suas bebidas, isto é, não despertam realmente o real sentido do desenvolvimento sustentável.
Essa falta de disposição para mudar são raízes do comodismo, já que não é tão prático inaugurar aspectos que não entravam a biodiversidade sendo que da maneira que perturba é mais “fácil”. A urgência da questão, normalmente fazem as pessoas despertar, o que leva-se a refletir que ninguém realmente entendeu o valor dessa urgência que podem causar mudanças climáticas tendo um aumento notório da temperatura mundial, espécies extintas, perda do solo e consequente mudança na agricultura (perda de produtividade) entre outros fatores. Com isso, chega-se ao pensamento de que o filósofo e médico alemão Albert Schweitzer estava certo quando disse: “Vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo.”
Conclui-se, portanto que, essas defasagens ambientais têm se tornado cada vez mais rotineiras e a total atenção nessas questões se tornam não só aconselháveis, mas como um dos deveres de um cidadão também. É necessário a conscientização de que, tudo tem um limite e a natureza não se torna uma exceção á essa regra, ela por mais imensa que seja, não é ilimitada e essa informação, nas situações precárias atuais, se torna assustadora. Através de vias de comunicação e tecnologia como televisão e internet, cada vez mais pessoas tenham noção dos reais problemas e resultados da falta de cuidado; torna-se obrigatório a criação de novas atividades econômicas que podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países pois, não é porque é uma ideia sustentável, que não trará progresso. É possível ter os dois, só é necessário querer.