A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 08/10/2019
Promulgada pela organização das nações unidas em 1948, a declaração universal dos direitos humanos, garante a todos os indivíduos o direito ao desenvolvimento sustentável e ao bem-estar social. No entanto, esse modelo não é praticado no Brasil o que impossibilita que a população desfrute desse direito global na prática. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
Em primeiro lugar, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto, e o resultado desse contraste é claramente refletido no desconhecimento das pessoas de que os recursos naturais podem acabar. De acordo com o site Wwf, a falta de conhecimento leva ao desenvolvimento insustentável. Perante o exposto, a sociedade não pode tolerar essa negligência do poder público.
Além disso, vale salientar o consumismo como impulsionador do problema. Uma vez que, essa política de consumo requer uso crescente de energia e recursos naturais. “No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. A partir desse trecho do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade vê-se que determinado contratempo se configura como um empecilho no campo econômico do país.
Portanto, indubitavelmente, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o ministério da educação e cultura (MEC) deve desenvolver palestras em escolas, para alunos do ensino médio, por meio de entrevistas com vítimas do revés, bem como especialistas no assunto. Tais palestras devem ser webconferenciadas nas redes sociais dos ministérios (Facebook e Twitter) com o objetivo de trazer mais lucidez sobre a importância da sustentabilidade para os dias atuais e principalmente o futuro e atingir um público maior. Por fim, é preciso que a comunidade brasileira olhe de forma mais otimista para a diferença, pois, como constatou Hannah Arendt: “A pluraridade é a lei da vida”.