A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil

Enviada em 11/10/2019

Com o advento da 1º Revolução Industrial o desmatamento, a poluição do ar e dos rios cresceram consideravelmente. Desde os anos 80, a taxa de poluição por plásticos nos oceanos aumentou 10 vezes. Frente a essas modificações, ainda não é perceptível preocupação governamental em relação ao futuro das próximas gerações e de que os recursos naturais são finitos. Dessa forma, são necessárias ações que integrem economia e desenvolvimento sustentável.

A princípio, vale ressaltar que o Brasil é um país que pouco se propõe a atrelar o progresso com preservação do meio ambiente. Como exemplo disso, segundo o jornal G1, entre 1961 e 2017 foram realizadas 115 alterações das leis que protegem a Amazônia, sendo 61% dessas, feitas pela legislação brasileira. Dessa maneira, essas modificações implicam em reduzir as áreas protegidas, ampliar as atividades agrícolas com uso do solo para aumentar os lucros econômicos. Em contrapartida, a ONG Conservação Internacional aponta perdas consideráveis à economia à medida que se degrada o ambiente.

Ademais, seguindo a linha de pensamento da 3º Lei de Isaac Newton “para toda ação existe uma reação”, é de se esperar que com todo esse desgaste do ecossistema, alterações climáticas serão mais prevalentes e gerarão prejuízos financeiros. Nessa perspectiva, sabe-se que o Brasil cresceu de forma significativa nos últimos anos e em resposta as grandes cidades cresceram horizontalmente, concebendo o aparecimento de muitas favelas construídas principalmente na encosta de morros. Além disso, o país possui alto índice pluviométrico no verão devido ao seu clima tropical, todavia esse elevado índice provoca deslizamento daquelas encostas e muitas pessoas acabam morrendo nesse processo, gerando danos físicos, psicológicos e monetários aos cofres públicos.

Em suma, fica evidente, que são necessárias medidas urgentes, que envolvem esforços globais dos governantes associadas ao crescimento econômico. Logo, o Ministério do Meio Ambiente deverá criar projetos de reflorestamento das áreas devastadas, caso contrário, em parceria com a Polícia Federal, aplicará multas severas ou prisões aos responsáveis pelo desmatamento em prol de lucros. Somado a isso, o governo poderá investir em alternativas do uso de energia como a eólica e solar, com o intuito de garantir subsídios para as futuras gerações.