A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil

Enviada em 10/12/2019

O relatório Brundtland, realizando em 1989, marcou o uso do termo ‘‘desenvolvimento sustentável’’, o caracterizando como a capacidade das gerações atuais suprirem suas próprias necessidades sem comprometer as gerações futuras. No entanto, o alto índice do uso de recursos não renováveis como o petróleo e a pouca eficiência nas conferências internacionais de sustentabilidade são divergentes em relação aos objetivos do  relatório de 1989, visto que comprometem o futuro das próximas gerações.

Primeiramente, é de suma necessidade analisar o período histórico da Revolução Industrial, época em que a queima do carvão era a principal fonte de energia, liberando alto volume de gases poluentes. Atualmente, esse uso de recursos não renováveis se repete, mas com o petróleo, também emissor de gases estufa, o que é um grande obstáculo para o desenvolvimento sustentável, principalmente na matriz energética, já que o petróleo leva milhares de anos para se formar, sendo dessa forma, um recurso-não-renovável.

A má eficiência nas conferências internacionais no cumprimento de metas, somada a falta de políticas públicas nacionais também se configura como um atraso em relação ao desenvolvimento sustentável, um exemplo é o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em 1997 e visava diminuir a emissão de dióxido de carbono na atmosfera, o protocolo falhou nessa questão, com o abandono de vários países desenvolvidos ao tratado, como o Canadá. O resultado foi o aumento da concentração de carbono na atmosfera, não o contrário.

Desse modo, é necessário que a ONU (Organização das Nações Unidas), com o apoio de várias nações ao redor do globo, realize conferências e projetos com metas altas e rígidas, com a colaboração dos países envolvidos, focando em temas como a redução do desmatamento e da emissão de gases poluentes, além do desenvolvimento de energias alternativas, tais como a eólica e solar, buscando, assim, o desenvolvimento sustentável geral ao redor do mundo. Além disso, o Ministério do Meio Ambiente deve executar com precisão protocolos de sustentabilidade, incentivando a população a utilizar energia solar e aumentando a fiscalização na Amazônia Legal. Assim, será possível garantir ás sociedades posteriores um futuro melhor e atender as necessidades da atual, como o Relatório Brundtland previa.