A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 10/08/2020
Em 1929, com a quebra da Bolsa de Nova York, a crise global forçou o Brasil a intensificar a industrialização, devido ao elevado valor para a importação dos produtos. Com isso, Getúlio Vargas -1930 a 1945- desenvolveu indústrias de base e estatais, isso ergueu novamente a economia brasileira, uma vez que, anteriormente, baseava-se no café. No entanto, com o crescimento das indústrias, houve o aumento da extração dos recursos naturais e a emissão de poluentes no meio ambiente. Com tudo, nota-se que o desenvolvimento sustentável é desprezado, já que a indústria requer matéria prima à todo custo, e o custo é a própria natureza.
Inicialmente, é válido ressaltar que o termo desenvolvimento sustentável foi debatido pela primeira vez em 1983, em uma conferência da Organização das Nações Unidas. Com isso, a importância é assegurada em: garantir o crescimento econômico e social, não esgotar o recurso, garantir os mesmos bens para as gerações futuras. Nota-se, então, o principal objetivo é garantir o mesmo artifício, para que no futuro, não tenha o esgotamento global dos haveres. Dessa maneira, vários países se comprometeram -principalmente o Brasil devido a imensa flora vigente no país e a importância da preservação das florestas e dos recursos minerais, como água e minérios- a reduzirem os consumos de matérias primas em 5,2%, durante o Protocolo de Kyoto.
No entanto, a monocultura e a pecuária -práticas predominantes no país- têm impactado diretamente o meio ambiente, uma vez que, há o esgotamento do solo e o desmatamento. Desse modo, o poder Legislativo corroborou com a criação da Lei dos 30% (o proprietário pode desmatar 30% de um pedaço de terra, mas deverá deixá-la suspensa por 30 anos para a recuperação). Ademais, os combustíveis fósseis, como petróleo e carvão mineral, além do risco da extração, poluem a natureza em cerca de 80%, de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas.
Em virtude dos fatos mencionados, é dever do Ministério do Meio Ambiente fiscalizar as terras -federais e particulares- periodicamente, por meio da contratação de agrônomos para averiguar a saúde do solo e o controle do desmatamento, certificando a Lei dos 30%, sendo necessário verbas federais para a contratação dos profissionais requeridos. Outrossim, é a Agência Nacional de Energia Elétrica propor fontes alternativas para diminuir a emissão de gás carbônico na atmosfera, por meio da redução dos valores para a população usurfruir de painéis solares ou carros elétricos, com o auxílio do governo para o financiamento.