A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 12/08/2020
Hodiernamente, pretende-se chegar a um estado de bem-estar social e equilíbrio - que é alcançado por um desenvolvimento sustentável - com a natureza e seus bens renováveis e não renováveis, sem, contanto, prejudicá-la e ameaçar sua perpetuação. Porém, essa pretensão torna-se utópica ao passo que, fatores como o exacerbado consumismo de recursos naturais dos países desenvolvidos, bem como a intensa produção e não reposição desses, contribuem para a idealização e não realização da manutenção natural. Logo, esses problemas, que se tornaram entraves sociais, merecem um olhar crítico, a fim de serem solucionados.
Em primeiro plano, vale analisar a utilização intensa de produtos primários pelo Hemisfério Norte. Assim, de acordo com dados da Rede WWF, em números superiores à média, entre 70% e 90%, países industrializados consomem a quantidade disponível de energia, metais e madeira, sem, entretanto, atentar-se aos impactos causados na fauna e flora naturais e, não obstante, às gerações futuras; mesmo esses detendo somente 20% da população mundial. Vê-se, então, um ato de despreocupação não só dos tais Estados, mas também dos que se encontram em desenvolvimento, no que se refere aos impactos que esses produzem, o que, portanto, deve ser revertido por medidas governamentais.
Outrossim, o Banco Mundial diz que se o quantitativo humano atingir a faixa de 10 bilhões de pessoas até 2050, serão necessários cerca de três planetas com recursos satisfatórios para o suprimento das necessidades de toda a população. Desse modo, a partir desse dado, pode-se inferir que a curva progressiva de utilização e extrativismo naturais torna-se bem maior que a de restituição e manutenção dos insumos não duráveis; os quais não serão suficientes para os plenos desenvolvimentos físicos e territoriais humanos, além dessa estatística apontar para uma negligência estatal em promover este e aquele para os perpetuadores da espécie humana. Dessarte, é preciso que a Organização das Nações Unidas (ONU) intervenha com acordos para a resolução da problemática.
Destarte, faz-se imprescindível a tomada de políticas para a diminuição dos impactos ambientais e importância da implementação de um desenvolvimento sustentável. Sendo assim, é plausível que o Governo Federal pratique medidas governamentais que apontem para uma produção preocupada com seus poluentes gerados e como esses podem ser devolvidos, de modo sustentável, à natureza, com o objetivo de preservar os escassos recursos ambientais. Além disso, para que a existência da espécie humana não seja ameaçada, a cúpula responsável pelo meio ambiente e seus derivados da ONU precisa fiscalizar as políticas públicas vigentes referentes à utilização de energias renováveis e limpas, com reuniões periódicas que avaliem e discutam as melhorias e ganhos financeiros e ambientais.