A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil

Enviada em 02/09/2020

O Relatório Brundtlandt,  intitulado “Nosso Futuro Comum”, define que o desenvolvimento sustentável “é aquele as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias”.Dessa maneira, é importante destacar que o Governo Brasileiro precisa aprimorar metas e ações de políticas públicas para o desenvolvimento ecológico, tanto na preservação ambiental e quanto na prosperidade social.

Em primeira análise, o equilíbrio entre uso de materiais naturais e a economia nela baseada é essencial para restaurar as fontes renováveis. Segundo os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), nos anos de 2004 até 2011, quantidade de emissão de gás carbônico foi reduzida em 84,4% por meio de mudanças no uso da terra e das florestas. De fato, a implementação de novas práticas nas indústrias promovem a demonstração da economia verde capaz de adaptar e superar as divergências lucrativas, ou seja, torna possível a relação defensável. Assim, o cumprimento das diretrizes ambientais faz diferença na qualidade e evolução da agricultura, também indica a queda de desmatamento do solo local e preservação da fauna em seu habitat.

Ademais,a sustentabilidade indicam os direitos humanos e a qualidade de vida no ambiente, mas é notável o grande déficit desigual no país que impedem o avanço da população. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, pelo menos 16% da população brasileira tem saneamento básico. Diante disso, a distribuição social por renda atribui o privilégio de “dignidade” no modo de viver e possuir bens valorosos em excesso ou em grande falta. Logo, a justiça social indicada na Constituição Federal de 1988 que propõe igualdade torna-se irreal ao analisar à sociedade contemporânea, pois, apresenta normas não aplicadas diante de tal prestígio capital.

Em síntese, o desenvolvimento sustentável no Brasil precisa ser aprimorado no meio ambiente e  exercido para expandir a democracia. Então, é necessário que o Ministério da Fazenda-junto com ONG’s socioambientais- criem normas de maneiras de produção e cultivo permitidos para usar na área rural e auxiliem a fiscalização do uso nos agronegócios, por meio de uma declaração aprovada no Poder Legislativo, em que defina os limites que não agravem o meio ambiente; com o propósito de gradativamente inserir e informar métodos menos agressivos à natureza ao agricultor. Idem, o Ministério da Economia deve administrar parte do capital estatal para ser destinado à saúde (SUS) e na educação  (instituições públicas)  em que será investido dignamente, usados nas obras, materiais e nos pagamentos dos profissionais, disponíveis principalmente as pessoas de classe baixa; a fim de que ofereçam serviços referentes aos direitos dos cidadãos e a melhor manutenção da qualidade de vida.