A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil

Enviada em 10/11/2020

A Rio+20, conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, tinha como principal objetivo a renovação e reafirmação dos líderes sobre a importância da mudança em relação ao meio ambiente. Entretanto, a perspectiva diverge da esperada, uma vez que, na atualidade, o cenário ambiental caótico e falta de consciência nacional atuam como principais vilões para que o desenvolvimento sustentável não seja praticado. Nesse contexto, questões morais e sociais devem ser postas em vigor, a fim de serem devidamente compreendidas e combatidas.

Convém ressaltar, em primeiro plano, que o problema advém, em muito, da economia colocada em primeiro lugar. Segundo o filósofo Gandhi, “o futuro depende do que fazemos no presente”. Nesse âmbito, diversas situações colocam as empresas e o indivíduo como principais agentes de propagação de tal malefício, disseminando a destruição do nosso patrimônio que é de extrema importância para nossa qualidade de vida, levando em consideração apenas o lucro. Portanto, destruí-lo significa que não teríamos mais acesso a coisas básicas como energia, alimentação e água potável. Desse modo, é notório compreender que a situação é diretamente proporcional: quanto mais se desmata o meio, mais grave serão as consequências.

Outrossim, é valido destacar que a destruição do nosso patrimônio torna-se um ponto negativo, tanto para os dias atuais quando para as gerações futuras. Exemplo disso são os dados da ONU, que aponta o risco de extinção de quase 1 milhão de espécies da fauna e da flora, sendo um número considerável das espécies de origem animal e vegetal já extintas e outras mil que se encontram ameaçadas. Nesse cenário, é notório que ambas as partes saem prejudicadas com atos imorais de alguns: de um lado, as empresas que escolhem a quantidade ao invés de qualidade, do outro, as gerações futuras que não terão acesso ao que hoje é promulgada pela ONU como 17 metas para o desenvolvimento sustentável. Conquanto, é importante ressaltar que tal problemática não é de questão apenas individual.

Portanto, é mister que órgãos responsáveis tomem providências para mudar o quadro atual. Desse modo, urge que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) crie, com apoio de entidades vinculadas como o IBAMA, cartazes e campanhas publicitarias, tanto para as escolas, como para a população no geral, que visam explicar e mostrar os malefícios que é colocar a economia em primeiro plano e advirtam as empresas insustentáveis o perigo coletivo que é a propagação dessa ideia a qual estão seguindo e disseminando aos demais. Fiscalizações feitas com profissionais da área em empresas e demais lugares, multando aqueles que não seguirem uma maneira saudável de cuidar do meio ambiente. Somente assim, daríamos uma passo a um país sustentável e esperança para as próximas gerações.