A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 02/01/2021
De acordo com Paul Atson, co-fundador do Greenpeace, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Entretanto, na atual conjuntura sociopolítica brasileira, a realidade vivida é o oposto àquela pregada pelo ativista, já que problemas de cunho ambiental, como as relações humanas com a fauna e com a flora brasileiras, são imbróglios para o desenvolvimento sustentável e para a concretização do pensamento referido. Dessa forma, esse quadro anômalo é fruto do despejo inadequado de plástico e da existência da fome. Portanto, esses problemas, que se tornaram fenômenos sociais, precisam de um olhar crítico, a fim de serem solucionados.
Em primeiro plano, é preciso analisar os riscos trazidos à vida marinha pela utilização inadequada do plástico. Assim, segundo o Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento, cerca de 1,5 milhão de animais marinhos morrem por causa da ingestão desse material a cada ano, do qual 40% não sofre reutilização - dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Com isso, a morte dos seres vivos aquáticos ocorre com o incorreto descarte do resíduo ao mar, pela sua grande quantidade, o que é consequência da massiva produção e da escassa reciclagem do polímero, fatos que exibem as negligências institucionais, o que, então, contribui para a regressão de um ambiente sustentável. Dessarte, medidas estatais, bem como a comunhão ambiental do autor, necessitam ser propagadas.
Outrossim, para que se discuta acerca de um crescimento de qualidade sustentável, é interessante a observação dos índices alimentícios. Logo, um dos objetivos da cúpula ambiental da ONU, até 2030, é alcançar o pleno estado de ausência de fome global, de forma que a agricultura sustentável contribua para o processo e para a feitoria da meta estabelecida. Porém, conforme o mesmo órgão, há, aproximadamente, 110 milhões de pessoas que vivem sem a manutenção nutricional necessária para o perfeito metabolismo celular, dados que mostram a missão ambiental proposta como ideal e, não longe disso, como utópica, de maneira a inviabilizar a sustentabilidade e a proposição do especialista. Por isso, a reversão do entrave gerado é obrigatória.
Face ao exposto, a resolução das problemáticas supracitadas é imprescindível. Por conseguinte, o Governo Federal - agente primordial para o avanço verde-amarelo - deve promover uma adaptação estrutural voltada ao Ministério do Meio Ambiente, para operá-lo sustentavelmente. Far-se-á isso com a criação de programas ambientalistas, como a fundação de sistemas coletores que atuem na busca, na coleta e na distribuição dos plásticos para as empresas utilizadoras desse material, para que haja a diminuição do polímero no ambiente e a ação da posição do autor. Ademais, é mister que o Ministério da Saúde crie redes de alimentação gratuitas, com o objetivo de baixar a fome no território brasileiro.