A importância do empreendedorismo feminino na sociedade brasileira

Enviada em 01/09/2019

Indubitavelmente, o livre mercado associado às medidas  estatais necessárias para manter um cenário  de justa competitividade e isonomia são essenciais para que a mulher possa se afirmar como indivíduo e tomar as rédeas de sua vida,promovendo o desenvolvimento  cultural e econômico da sociedade.Entretanto,  empresariado de  mulheres  ainda enfrenta barreiras como disfunções burocráticas e abusos do poder regulatório.                                                                                                                                                    De acordo com Friedrich Hayek,o livre mercado é necessário para manter as liberdades individuais e o Estado deve garantir a efetivação de medidas que venham a  promover a manutenção da justa concorrência.Nessa lógica,a sociedade de mercado possibilitou à mulher o direito de ocupar espaços antes ocupados por homens,como o  cargo de diretor executivo de empresas,em virtude de sua competência.No entanto,disfunções burocráticas como a necessidade de se pagar alvarás e licenças quando se inicia um negócio,além da necessidade de inspeções para iniciar o empreendimento,que pode levar meses(segundo o Tribunal de Contas da União), e abusos do poder regulatório,apoiado em leis que dão o direito aos governos de criar mecanismos que levem ao corporativismo, restringem  a fluidez do mercado e  ameaçam  à liberdade da mulher.                                                                                                                            Consequentemente,no século 21, não mais se constitui como um empecilho   barreiras sociais,como o machismo,que restringiram a liberdade da mulher  outrora,mas sim há barreiras legais que impedem o florescimento e evolução da mulher enquanto indivíduo e  empresária.Ademais, além dos entraves burocráticos impostos,a pequena empresária,segundo o jornal o Globo,enfrenta grandes dificuldades para conseguir(quando consegue) empréstimos no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e social(BNDES),dificultando sua ascensão social e crescimento do seu pequeno negócio.                Em suma,são necessárias ações que desregulamentem o mercado e fomentem a atividade empreendedora feminina.Logo,o Estado,por meio do Congresso Nacional,deve aprovar a famosa proposta de emenda constitucional(PEC) da liberdade econômica,que visa limitar atuação do Estado na economia,impedir abusos regulatórios  e dispensar a necessidade de licenças e alvarás  para o funcionamento de  pequenas empresas,beneficiando-as.Outrossim,o Poder Executivo,por meio do Ministério da Economia, deve por fim aos entraves burocráticos que impedem  à pequena empresária de acessar os créditos do BNDES,beneficiando as empresárias e aquecendo a economia.Desse, modo o Estado brasileiro não mais se constituirá como um Estado interventor e fomentador da desigualdade, mas de parceiro da classe de empresárias, e ,como consequência, mais mulheres se empenharão nessa nobre atividade produtora,fomentando a competitividade e o progresso.