A importância do empreendedorismo feminino na sociedade brasileira
Enviada em 09/05/2020
É de conhecimento público a desvalorização da mulher em boa parte dos cargos exercidos. Embora, o sexo feminino tenha conquistado inúmeros direitos, uma significante parcela da sociedade ainda é composta por uma forte base patriarcal. Por esse exato motivo, o empreendedorismo feminino passou a ser de extrema relevância para uma mudança no setor comercial, uma vez que as mulheres que exerçam dupla jornada não serão discriminadas, e ao atingirem cargos altos, não ganharão menos que um homem.
Basta realizar uma rápida pesquisa no Google ou ter uma breve conversa com mulheres que são mães para entender a dificuldade que elas encontram em ingressar no mercado de trabalho. Parte das grandes empresas são comandadas por homens, aonde alguns acreditam que o trabalho não será exercido com maestria pelo simples fato de as funcionárias possuírem filhos. Essa situação leva a um alto índice de desemprego e, consequentemente, à procura de outras vias (nem sempre seguras) para prover o sustento da família.
Não é nenhuma novidade a notícia de homens ganhando mais que mulheres, embora ambos exerçam o mesmo cargo. Ou seja, para o mercado, mulheres são mais baratas. Por essa razão pode-se observar um aumento significativo do sexo feminino em cargos de liderança nas grandes empresas. Não porquê são capacitadas, (o que realmente são) mas sim por custarem menos que um homem. E aí está a desvalorização da mulher, tanto na sociedade de uma forma geral, quanto no mercado de trabalho.
Em suma, entende-se o empreendedorismo feminino uma forte ferramenta não só para dar independência financeira à mulher, mas também para revolucionar o mercado de trabalho. Para que essa mudança seja cada vez maior e atinja um número significativo de brasileiras, cabe à União a criação de um Órgão Público que, por meio de propagandas nos veículos de mídia, divulgue e estimule as mulheres para a criação de seus próprios negócios. Além disso, o Órgão também deverá fiscalizar a desigualdade salarial e implementar multas para as empresas que ainda sejam adeptas a isso. Caso todas as medidas sejam seguidas, em cerca de 5 anos boa parte do mercado feminino estará empregado e a desigualdade amenizada.