A importância do empreendedorismo feminino na sociedade brasileira
Enviada em 08/06/2021
No ano de 2018, o GEM (Global Entrepreneurship Monitor), considerado o maior estudo unificado de atividade empreendedora no mundo, mostrou em uma pesquisa que o Brasil ficou em sétimo lugar no ranking de proporção de mulheres à frente de empreendimentos iniciais. Apesar de o empreendedorismo feminino estar crescendo consideravelmente nos últimos anos, existem diversos obstáculos que as empreendedoras precisam passar, como o preconceito e a falta de autoconfiança.
Foi no século XVIII que os movimentos empreendedores femininos passaram a se fortalecer, a partir da revolução francesa. Ele ficou cada vez mais presente, mas foi apenas em 1988 que a constituição Federal declarou que as mulheres podem ter as mesmas capacidades que os homens, e desde então, o empreendedorismo feminino tem provocado transformações no mercado de trabalho.
O economista irlandês Richard Cantillon, utilizou pela primeira vez a palavra “entrepreneur”, que deriva de “empreendedor” . O termo descreve “Uma pessoa que assume riscos”. Para uma mulher, ser empreendedora pode significar muito mais do que parece, contribui para o empoderamento, abrindo portas e transformando vidas. Ao alcançar autonomia financeira, mulheres do mundo inteiro deixam de se submeter a relacionamentos abusivos, pois alem de criarem confiança em si, não dependem de ninguém para viver.
Em síntese, é possível concluir que o empreendedorismo feminino é de extrema importância, pois alem de transformar a sociedade mais justa, reduzindo diferenças entre mulheres e homens, também é uma gigantesca forma de empoderamento entre as mulheres. Apesar disso, o medo de falhar ainda aterroriza muitas mulheres, por isso é importante procurar cursos ou coaches, para desta forma, desenvolver habilidades técnicas e pessoais, para ajudar na autoconfiança, e consequentemente, não dar tanta ênfase a comentários desrespeitosos e preconceitos.