A importância do empreendedorismo feminino na sociedade brasileira

Enviada em 11/06/2021

O filme “Vingadores:O Ultimato” retrata a desconstrução da divisão de papeís por gênero. Nesse viés, todas as heroínas tem o dever de proteger a Manopla do Infinito, reunindo-se, assim destacando a força da representatividade feminina no universo dos super-heróis e no meio cinematrográfico. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática fora da ficção, as mulheres não apresentam seu espaço conquistado, como retratado no filme, mas possuem desafios a serem enfretados, principalmente no ramo empreendedor, devido a estrutura patriarcal da sociedade brasileira e a dupla jornada. Diante dessa persepectiva, faz-se imperiosa a análise de fatores que favorem esse quadro.

Em uma primeira análise, na série nacional da Netflix “Coisa Linda”, que se passa no ano de 1950, é retratado os desafios de mulheres empreendedoras frente a uma sociedade patriarcal, onde as mulheres devem ser subserventes e os homens devem sustentar a casa. Nesse sentido, é evidente que muitas circunstâncias prevalecem no cenário hodierno; o público feminino além de enfrentar o quotidiano da empresa precisam estar dispostas a cumprirem uma jornada dupla ao chegarem em casa. Atualmente, o sexo feminino encontra-se em casa, alimentando de forma involuntária, a superioridade masculina.

Ademais, é fundamental apontar a Constituição brasileira de 1988, onde é garantido que todo sejam tratados de forma igualitária. No entanto, esses direitos não são assegurados na prática a uma grande parcela da população feminina, principalmente do âmbito profissional. Diante tal exposto, cabe abordar que, em função da tentativa de entrada no empreendedorismo, mulheres são cada vez mais expostas a uma série de atitudes machistas, consequência do sentimento de superioridade masculina, ainda enraizado na sociedade. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprenscendível que o Governo, por intermédio do Ministério da Educação e o Ministério da Mulher da Família e dos Direitos Humano, insirá nas escolas a disciplina de Educação igualitária, para que os jovens possam crescer com a noção de descontrução dessa sociedade patriarcal que prevalece, por meio de palestras e divulgação nos meios midiáticos. Dessa maneira, poderá consolidar uma sociedade com maior representatividade feminina.