A importância do ensino profissionalizante

Enviada em 13/06/2021

De acordo com o economista Sir Arthur Lewuis, “Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido”. Sob esse viés, é fulcral ressaltar a importância de se investir na área educativa em um país com uma educação tão precária. Nesse sentido, ao observar este impasse, sabe-se que eles está vinculado a base lacunar educacional e a falta de investimento. Assim, hão de ser analisado tais fatores para que se possa liquidá-los de modo eficaz.

Em primeiro plano, é imperioso destacar as causas desta problemática. Conforme Kant, o indvíduo é resultado da educação que teve, ou seja, o aprendizado no Brasil, é limitado e só disponibilizado de forma vasta para a elite. Além disso, com a inserção do ensino técnico profissionalizante, o mercado se tornou amplo, entretanto, quando não propagado de maneira correta, só remete o básico, bem como o indivíduo deficiente, não é tratado e ensinado de forma adequada, sendo excluso do mercado de trabalho por ser limitado, não correspondendo as exigências da empresas, consequentemente, algo ocasionado pela lacuna no ensino ofertado. Desse modo, é necessário ações para mitigar a vigência dessa atividade.

Ademais, é fundamental a falta de investimento como impulsionadora deste problema no Brasil. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas - a taxa de investimento no Brasil, somando setores públicos e privados, está em seu menor nível nos últimos 50 anos - visto isso, é nítido que há um baixo investimento no crescimento profissional de jovens que buscam melhores condições de vida para si e para dar a sua família. Contudo, a contemporaneidade é contraditória, pois os índices são baixos pela ausência da procura de se aperfeiçoar no âmbito trabalhista, o que contribui para não haver investimentos maiores e mais eficites na área trabalhista e em qualificação de trabalho. Logo, é inadmissível que este cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação e a Mídia - grande precursora de propagação de notícias - por intermédio de redes sociais, jornais, rádios e as próprias instituições escolares busquem instigar os jovens a buscar cursos que busquem seu crescimento pessoal, como também palestras com profissionais formados retratando como estes cursos influenciaram no sucesso da carreira deles, e como a inserção precoce no mercado de trabalho pode ajudar futuramente. Bem como, busquem auxiliar os deficientes físicos a serem inclusos no mercado de trabalho, tirando o rótulo de pessoas futéis, a fim de que possam dinamizar o ensino profissionalizante. Assim, se consolidará uma sociedade mais empática e uma educação com investimento em todos os setores e que beneficiem mais jovens.