A importância do ensino profissionalizante
Enviada em 06/09/2021
Com a criação das Escolas de Aprendizes e Artífices, em 23 de setembro de 1909, o então presidente Nilo Peçanha deu o primeiro passo e impulso para o ensino profissionalizante no Brasil. Ao passar dos anos, tal ensino tem ganhado força e notoriedade, uma vez que atua como meio para inclusão das mais pobres camadas da sociedade no mercado de trabalho e favorece o crescimento econômico do país. Colocando-se em um pódio de grande importância.
Vale ressaltar, prioritariamente, que a educação profissional auxilia na inclusão dos mais pobres no mercado de trabalho. Isso acontece, por essa forma de ensino ser mais rápida e oferecer aulas mais objetivas e práticas, direcionadas ao dia a dia de um determinado profissional, tudo isso de forma gratuita. Em 2019, segundo dados do MEC, Ministério da Educação, das pessoas inscritas para os cursos que informaram receita, 57,7% delas possuem renda familiar per capita de até um salário mínimo, e mais da metade desse percentual não passa de meio salário. Dados como esse, saliente a notoriedade desse ensino, principalmente em um país tão desigual quanto o Brasil.
Em segundo lugar, a formação técnica impulsiona o crescimento econômico, pois forma profissional envolvida e aptos às novas tecnologias. O que hoje, é extremamente importante em razão do rápido avanço tecnológico chamado pela chamada “Indústria 4.0”, ou seja, pela quarta revolução industrial. Vale citar então Paulo Afonso Ferreira, vice-presidente executivo da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o qual disse que “diante dos desafios que temos pela frente, é urgente preparar jovens e adultos para um mercado em profunda mutação tecnológica e de cultura organizacional “, em que o ensino profissionalizante desenvolvendo um papel imprescindível.
Conclui-se, que a educação profissional é de grande importância para o crescimento da economia de um país, principalmente por ser um meio de inclusão dos mais desfavorecidos no mercado de trabalho. Para esse ensino continuar nesse pódio o Governo Federal deve investir mais, criando novos centros por todo o território brasileiro, em especial nas áreas mais pobres e distantes dos grandes centros. Ademais, o MEC, deve qualificar a propagação desse ensino, por meio da contratação de profissionais capacitados e equipamentos melhores e mais impressos, com a melhorar e alavancar ainda mais a formação técnica no Brasil.