A importância do investimento no turismo sustentável no Brasil

Enviada em 30/12/2020

Conforme a primeira lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de percurso. Nessa perspectiva, em alusão à realidade do Brasil, ainda que a gestão pública contribua para a conscientização do espaço, ainda assim existem obstáculos a serem superados, em combate aos problemas que prejudica o turismo sustentável. Com isso, ao invés de funcionar como a força capaz de reverter essa situação, os desafios a respeito do cuidado com o ambiente, bem como a falta de sensibilidade do homem acerca da preservação local acaba por contribuir com a situação atual.

Em primeira análise, é indubitável que a conservação dos espaços turistas requer de cuidados essenciais, como o destino adequado do lixo. No entanto, muitas pessoas tem dificuldade de reconhecer que aquele ambiente é provedor de sustento e desenvolvimento, haja vista que a depreciação sempre foi mais intensa do que as ações coletivas de resgate e sustentabilidade. Desse modo, é evidente a necessidade de ações que possibilite a conscientização do homem sobre a natureza, a fim de minimizar os impactos ambientais, e garantir a preservação local. A partir disso, o turismo pode ser efetivado de maneira correta, possibilitando o surgimento de empregos e novas fontes de renda para a comunidade local.

Sob um segundo enfoque, ainda que a defesa do ambiente seja um desafio, a sensibilidade do homem com a natureza também se faz presente. Por isso, é importante a garantia do turismo sustentável, de modo que modifique o pensamento crítico do visitante, para que ele seja um agente transformador. A princípio, um lugar bem cuidado é capaz de sensibilizar atitudes que antes eram feitas sem qualquer consciência, como o desrespeito pela fauna e flora. Com isso, para que a gestão pública dê continuidade aos seus investimentos, é preciso que a sociedade lute por essa causa, em consonância ao reconhecimento do potencial transformador dá natureza.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que realizem a mudança do percurso. Para isso, urge que o Ministério da Educação crie, por meio de verbas governamentais, projetos socias nas escolas, sendo administrado por profissionais ambientalistas, para que seja feito com as pessoas o desenvolvimento do espaço local, a fim de que a mudança seja fonte de vontade própria e continuidade. Além disso, cabe ao Governo garantir investimento nessas regiões, de modo que o processo seja mais rápido e eficiente. Somente assim, será possível a mudança do percurso, em busca da ascensão de uma perspectiva melhor de mundo