A importância do movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres
Enviada em 06/02/2020
Feminismo não é besteira
É de conhecimento geral, que o gênero feminino é tratado como inferior desde o patriarcado, há muitas marcas na história que retratam isso, como aconteceu, no século XX no qual as mulheres tiveram que lutar pelo direito de votar, que, naquela época era permitido apenas para homens ricos. Mostrando assim, que a tentativa da igualdade de gênero vem há muito tempo atrás e se prolonga até os dias atuais, o que é, claramente preocupante. Ademais, torna-se de suma importância que haja questionamento do porquê as mulheres tiveram que lutar por isso e porquê continuam lutando.
No primeiro momento, é necessário o entendimento sobre o feminismo e sua notoriedade. O principal objetivo desse movimento é direitos iguais e uma vivência humana por meio do empoderamento feminino e da libertação de padrões patriarcais, e através dele mulheres se juntam para conseguirem seu espaço. Como mencionou a Simone de Beauvoir que foi uma escritora, ativista política e feminista francesa, onde diz que: “É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta."
Em segundo lugar, faz-se necessário a menção de como as mulheres sofrem perigo, apenas por serem mulheres. Assim, como cita o site folha uol: “Brasil tem 12 assassinatos de mulheres e 135 estupros por dia” mostrando claramente que apenas por uma questão de gênero elas são tratadas como pessoas inferiores e estão sujeitas a qualquer tipo de abuso, seja físico, mental ou sexual. Todo o dia mulheres são mortas ou pensam em tirar as suas próprias vida por algo que está enraizado na sociedade a séculos. Muitas pessoas relacionam o feminismo com o conceito de superar os homens e não o machismo, que é o que as mulheres tentam combater.
Os desafios da inserção das mulheres no mundo atual são notórios, logo esse é o porquê de continuarem lutando até hoje em busca de respeito e igualdade. Por isso torna-se de suma importância que em primeiro lugar, o Estado junto à um coletivo feminista, ao cinema ou emissoras de tv, façam campanhas em âmbito nacional afim de trazerem informações com a finalidade de mostrar a importância desse assunto, convertendo assim mais mulheres para o movimento. Visa-se também que o Ministério de Educação implemente essa didática nas disciplinas de história, sociologia e filosofia, sobre importantes mulheres do “mundo feminista” e as lutas pelos seus próprios direitos que não são mencionados na escola. Com isso, teremos uma sociedade muito mais informada sobre o movimento e mulheres muito mais unidas para reprimirem padrões impostos pelo patriarcado e a sociedade atual, caminhando assim para a liberdade e vida igualitária de ambos os sexos (feminino e masculino).