A importância do movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres
Enviada em 05/05/2020
O feminismo pode ser considerado o movimento que mais transformou a sociedade e a forma de pensar de muitas pessoas, e é importante ressaltar que esse movimento só existe por conta do machismo, que foi implantado a décadas e que vive até hoje. O termo feminismo é oriundo do latim “femina” e significa “mulher”, por sua vez, significa o empoderamento feminino na sociedade ou a ideologia que defende que as mulheres devem ter os mesmos direitos que os homens.
Nos anos XIX, as mulheres eram consideradas “sexo frágil” e isso acontece devido ao fato da figura feminina ter sido construída em uma sociedade patriarcal, onde suas atribuições eram restritas aos trabalhos domésticos. Um ótimo exemplo que mostra essa sociedade patriarcal é o fato das mulheres irem para “escolas” que as ensinavam a servir sua casa, a ser domesticada; tudo isso enquanto o homem estudava para ser bem remunerado, com o trabalho bom para poder sustentar sua mulher.
Era considerado normal o homem aplicar castigos sem suas mulheres; era normal mulheres serem obrigadas a casar e não tinham o direito de se separar nem se sofressem agressões físicas; elas não tinham ao menos de intervir na política de seu país. Lutas como a Lei Maria da Penha, direito ao divórcio, direito ao voto entre outras foram conquistas feministas, depois de muita luta. Embora ocorra muitos casos de machismos, se esse movimento não fosse criado naquela época, a situação de hoje em dia seria mais deplorável do que já se encontra.
Portanto, tendo em vista que a luta do feminismos por direitos básicos e igualitários para as mulheres é uma realidade, é necessário agir para mudar a cabeça de pessoas que pensam que essa luta é feita em vão ou que o feminismo “já conquistou o suficiente”. A mídia deve colocar em pautas de televisão, revistas e jornais casos de machismo para conscientizar as pessoas sobre a luta. Escolas devem ensinar e por em prática a divisão equalitária de deveres entre meninos e meninas para que eles não cresçam pensando da mesma forma que seus antepassados podem pensar. Tudo isso, a fim de quebrar o paradigma de inferioridade feminina e equiparar ambos os sexos como sujeitos.