A importância do movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres

Enviada em 27/11/2020

Conforme a cultura da pirâmide estamental espartana, os homens - maioria guerreiros -, desfrutavam o topo. Sob esse prisma, a submissão feminina era extremamente marcada, uma vez que, qualquer cidadão, ao sair vitorioso de uma batalha, possuía, qualquer mulher de seu povo. Ao longo do tempo, hodiernamente, ainda persistem culturas que sobrepõem gêneros, todavia, a reinvindicação de igualdade, imposta pelos Direitos Humanos, ascendeu o surgimento do Movimento Feminista.

Antes de mais nada, em variados territórios geográficos, predomina a superioridade. Nesse contexto, atrocidades, como exemplo, a mutilação genital feminina presente na África ou as castas na Índia, são vistas pela sociedade como “normal”. Para além, no Brasil, houve, de acordo com o “G1”, em 2020, “estupro culposo” no caso da blogueira Mari Ferrer, com ênfase do poder masculino. Entretanto, está presente na Declaração dos Direitos Humanos, de 1948, ressalvava de igualdade para ambos os sexos. Decorrente à isso, não tem a importância de manter a expansão desse movimento, com o intuito de desfrutar os direitos perdidos.

Outrossim, conforme lutas geram acontecimentos aplausíveis que percorrem o Globo. Nesse sentido, a partir do governo de Getúlio Vargas, o direito ao voto concedido às mulheres, contribuiu para a participação no político político. Dessa maneira, após 500 anos da História do Brasil, houve oportunidades, para o público feminino, em ocupar espaços antes dominados por homens, como exemplo, em 2011, Dilma Rousseff, foi a 1ª mulher a ocupar o maior cargo político do país - presidência da República. Mediante a isso, o Movimento Feminista expandiu e deve interferir na cultura de países que ferem, principalmente, a liberdade de escolha, como o Afeganistão. Para, então, ocorrer a ação dos direitos iguais como ocorrera na administração de Broz Tito, governante da ex-Iugoslávia, na qual mostra a passividade perante a igualdade imposta entre os gêneros.

Em suma, portanto, são necessárias melhorias na expansão do Movimento Feminista na luta pelos direitos das mulheres. Para isso, o Ministério da Cidadania, em parceria com as Delegacias da Mulher, deve transmitir, em meios de comunicação, apresentações, debates e questionamentos sobre o impedimento que as mulheres obrigadas decorrido da presença do patriarcalismo, por meio de informar e diálogos com os apresentadores, um fim de uma população telespectadora formarem pensamentos básicos e envolver-se em questões sociais, para, assim, amenizar a agressão por gênero e expandir, geograficamente, a atuação dos direitos, com o objetivo de estabelecer uma igualdade mundial e acabar com a raiz espartana.