A importância do movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres

Enviada em 19/05/2021

Os movimentos feministas defendem a igualdade entre homens e mulheres na sociedade, além de lutar pelos direitos delas, inclusive sobre a decisão de abortar ou não. Outro fator que interfere na decisão da mulher, é uma religião, já que na bíblia, em gênesis, diz que a mulher foi feita das costelas do homem, e que ela deve seguir as ordens do marido, já que ele deve ser “a cabeça ”Da casa. Dessa forma, faz com que o homem tenha direitos sobre o corpo da mulher, causando o fanatismo religioso, podendo assim criminalizar o aborto.

Desde o passado, a mulher era desprezada pelos homens, e vistas como posse deles, um exemplo disso é possível relacionar a mulher em Atenas, que era vista apenas para dar a luz, e não tinha posse do próprio corpo. Tal acontecimento era justificado pela religião, já que na bíblia, o homem era colocado como o chefe da casa e a mulher dona de casa e cuidadora dos filhos apenas. Dessa forma é notável que a mulher vem sofrendo desde os primórdios da sociedade, e que o Estado não é laico, já que a religião interfere em determinados assuntos.

A exemplo de tais hipóteses, é possível citar o caso da menina de 10 anos que foi estrupada e engravidou do seu próprio tio, mas que foi impedida de abortar imediatamente, já que no Brasil não existe leis contra tal ato. Uma escolha feita pela família da menina, foi julgada pelo público e acusada de matar o próprio “filho”. Dessa forma, a sociedade vem criminalizando o aborto, mas os movimentos feministas buscam lutar contra a criminalização, e defender os direitos da mulher.

Portanto cabe ao governo juntamente com grupos feministas, esclarecer a lei que permite o aborto, sendo elas em três hipóteses, em caso de risco de vida para a mulher durante a gravidez, quando a gestação é resultante de um estupro ou se o feto for anencefálico, através de sites e anúncios publicitários como meios de comunicação. Dessa forma, a sociedade se informará sobre o direito que as mulheres têm sobre o próprio corpo, fazendo com que a criminalização do aborto diminua consideravelmente.