A importância do movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres
Enviada em 25/10/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne à questão da importância do movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres no Brasil, que segue sem uma intervenção que a resolva. Nessa perspectiva, observa-se a ascensão de um grave óbice, em virtude da ineficiência legislativa e o silenciamento social.
Sob esse viés, a omissão governamental caracteriza-se como um complexo dificultador. A Constituição Federal de 1988 é a lei brasileira básica que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente no que tange aos obstáculos femininos em busca dos seus direitos contitucionais, uma vez que o transtorno continua atuando fortemente na sociedade hodierna. Assim, a lei sendo enfraquecida, sua resolução é impedido.
Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento coletivo. O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós moderna, alguns assuntos são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno dos entraves pela igualdade de gênero, logo, sem diálogo sério e massivo sobre a problemática, dificulta-se a erradicação dessa impasse.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomadas para mudar o atual cenário. Sendo assim, é imprescindível que o Estado - principal promotor da harmonia social - promova “workshops”, em parcerias com as escolas, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão as consequências negativas dessas ações e como combatê-las e ajudar as vítimas. Com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com alunos e alcançar o bem-estar social. Dessa maneira, a proposição da carta magna será concretizada.