A importância do movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres
Enviada em 16/08/2022
Na segunda metade do século XX, a luta pelo direito à reprodução culminou felizmente no uso de anticoncepcionais entre as mulheres. Hoje, em continuação a essa luta, o combate é contra a subvalorização do trabalho feminino e a violência persistente ao gênero. Logo, trata-se do suor e do sangue de cidadãs estigmatizadas derramados sobre a cínica Constituição vigente.
Em primeiro aspecto, nota-se que apesar da Carta Magna propor direitos igualitários, a prática da lei é ignorada veementemente. Prova disso foi o aumento significativo da violência contra a mulher, algumas vezes com resultado fatal, durante a pandemia de COVID-19, como declarado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE). Por sua vez, a importância do movimento feminista é validado a cada vítima violentada e/ou morta.
Em segundo cenário, constata-se destemidamente a desvalorização da mão-de-obra feminina no mundo. Dados do Fórum Econômico Mundial mostrou que as mulheres possuem salários consideravelmente mais baixos que os homens, mesmo que tenham sido admitidos no mesmo dia e ocupem cargos iguais na firma, um estudo feito com mais de 150 países. Assim, percebe-se novamente a inerência do enfrentamento da desigualdade de gênero no país e no mundo.
Diante do exposto, faz-se necessário que o Ministério da Educação junto com os movimentos reacionários feministas elaborem palestras que fomentem a igualdade, estabelecida pela Constituição de 1988, dentro das escolas, universidades e todas as instituições de ensino existente no país, a fim de conscientizar pessoas de todas as idades no combate ao machismo. Somado a isso, é dever do Ministério da Economia criar órgãos fiscalizadores que verifiquem e fiscalizem as empresas, com o objetivo de previnir e punir estabelecimentos que difundem práticas discriminatória. Assim, será possível inibir um pouco a desigualdade tóxica em vigor.