A importância do voto consciente para a sociedade brasileira
Enviada em 16/06/2020
De acordo com o escritor polonês Stefan Zweig, em sua obra “Brasil, país do futuro”, esrita em 1941, é notório o destaque em relação às qualidades do país e um sentimento otimista e progressista. Entretanto, tal realidade não é a econtrada, na qual a própria população nacional negligencia a ação de votar, um direito duramente conquistado, o que possui um amplo caráter deletério ao Brasil. É possível afirmar que não só a dificuldade de governabilidade, como também um sentimento subversivo e antidemocrático fomentam o status quo do século XXI: uma ignorância populacional.
Inicialmente, vale dizer que a má organização e escolhas questionadoras não ativas são as principais precursoras da instabilidade política vigente. Conforme o escritor britânico William Shakespeare, na obra “Hamlet”, ele compara o ser humano a uma divindade pela sua capacidade de raciocínio e de solução de problemas, porém, analogamente à resistência de governo, se este for restrigido, a gestão do país não será efetiva devido a contraposição. A partir desse aspecto, é de extrema deleteriedade a estagnação política que, consequentemente, retarda o desenvolvimentismo brasileiro.
Ademais, a escassez de uma organização eleitoral — para com a escolha de candidatos — acentua a crise política do panorama contemporâneo. Isso se reifica nas tentativas supérfluas de impeachment na conjuntura do atual governo Bolsonaro e que se reiterou no mandadato de Dilma Roussef. A priori, fica evidente uma ascensão subversiva pelo descaso com o voto universal em detrimento de uma melhor escolha dos futuros representantes do povo.
Destarte, é dever do próprio Estado, no âmbito do MEC, em consonância com as instituições de ensino, promover a conscientização populacional por intermédio de palestras educativas e campanhas midiáticas acerca do bom comportamento do cidadão, que explicite a busca por informações em portais governamentais e realce a importância do voto e do histórico de lutas por tal. Espera-se, com isso, uma diminuição de manifestações de cunho oposicionista em ascensão de uma melhor selação futura: portanto, uma nação mais satisfeita consigo mesma e com o próprio país.