A importância do voto consciente para a sociedade brasileira
Enviada em 13/11/2020
No século XVIII, precisamente no Brasil, o voto de cabresto tornou-se uma prática comum com os políticos coronelistas, visto que, houve uma massiva compra de votos e abusos de autoridades para com os mais pobres e consequentemente os analfabetos. No ordinário contexto brasileiro, o voto de cabresto tornou-se proibido e provocou mudanças em boa parte do sistema eleitoral. Em primeira instância, o voto consciente faz com que a população tenha uma voz que represente-as, em segunda instância, os votos conscientes faz a República Federativa Presidencialista do Brasil continuar. Primeiramente, a população brasileira têm necessidades básicas que podem ser sanadas a partir das políticas públicas oriunda das representações políticas, que em síntese é expressada em um termo comum “a voz do povo é a voz de Deus”. Adicionalmente, cabe aos representantes da casa comum garantir os direitos e deveres previstos na vigente Constituição Federal do Brasil, ou seja, eles podem causar interferências no modo de vida. Infelizmente, a “voz de Deus” não é escutada e respeitada por alguns representantes para com todos os seus eleitores, consequentemente, há uma ameaça à democracia brasileira.
Em segunda instância, os votos feitos de maneira arbitraria sustenta a vigente República Presidencialista e filtra ao decorrer do tempo se os candidatos eleitos seguem a constituição. Adicionalmente, cabe aos representantes da elite do três poderes brasileiros respaldar e examinar sem remanência sob a carta magna. Do mesmo modo, a divisão dos pilares democráticos brasileiro é pertinente à garantia do estado democrático de direito, entretanto, na últimas eleições para eleger um presidente houve uma bipolaridade em torno de partidos políticos e não no que é melhor para o Estado que é “gigante pela própria natureza”. Sendo assim, a vigente república federativa presidencialista brasileira carece de cultura política por parte dos eleitores tento como consequências a falta de políticos que estejam alinhados com os interesses populacionais.
Em eminência, o ministério da educação poderá inserir na disciplina de história a partir do fundamental dois uma introdução e argumentação sobre política brasileira e desenvolvendo-o até o ensino médio, finalizando, ao longo dos anos os jovens terão mais rigidez com os políticos. Sendo assim, o Brasil carece de cultura política por parte de alguns eleitores tendo como consequências a falta de bons representantes da “casa comum”. Em eminência, o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura poderá juntos inserir discussão sobre o que é política, sua história e afins, adicionalmente, essas indagações feitas de forma imparcial serão inseridas na disciplina de história, finalizando, as futuras gerações terão uma forte cultura política e votaram de forma consciente em seus representantes.