A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves

Enviada em 04/10/2021

O seriado Greys Anatomy relata em um dos episódios, a importância e a necessidade de cuidados com pacientes portadores de doenças graves e fatais, que mesmo sendo uma fase delicada, pode ser transformadora na vida de alguém, tirando-a do sofrimento independente da vida ou morte, mas proporcionando um final digno. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude do conhecimento sobre cuidados paliativos e a sua importância em hospitais.

Em primeiro plano, pode-se destacar sobre o conhecimento dos cuidados paliativos, que pode ser transformador na vida de alguém. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), os cuidados e especialidades paliativas é transformadora em 90% de casos incuráveis. Desse modo, deve-se proporcionar uma abordagem que melhore a qualidade de vida do individuo e seus familiares quando enfrentam determinadas enfermidades potencialmente fatais, com o objetivo de prevenir ou aliviar o sofrimento com qualidade e conforto.

Além disso, é notório a sua importância, como reconhecer, avaliar, discutir e oferecer acesso a serviços para o atendimento psicológico, social e questões espirituais. Consoante a isso, “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”, assim como afirma o artigo número 1 de direitos humanos. Sendo assim, deve-se respeitar as decisões e dignidade autônoma dos pacientes, além exercer o direito do paciente de escolher entre os tratamentos, incluindo aqueles que podem ou não prolongar a vida, mas sempre com o melhor cuidado e tratamento.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação do problema abordado. A CFM (Conselho Federal de Medicina), deve criar uma especialidade ou instituição médica sobre cuidados paliativos por meio de reuniões federativas, e não focar somente em curar, mas também em respeitar o direito da vida, de modo que os pacientes se sintam felizes e satisfeitos. Assim, deve-se haver uma sociedade mais compassiva e eficaz com o ser humano.