A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 07/10/2021
“Não existe solução fácil para problemas difíceis”. Observa-se na frase de René Descartes, filósofo, físico e matemático francês, que as falhas persistentes no que tange a importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves fere o corpo social moderno. Neste viés, percebe-se que a conjuntiva é motivada pela negligência das universidades em ensinar os futuros profissionais da medicina sobre a necessidade desses cuidados e, também pela insuficiência do Ministério da Saúde em garantir sua qualificação em razão do bem-estar dos pacientes.
Em primeira análise, é imprescindível analisar que a persistência da problemática deve-se principalmente, a omissão das universidades, uma vez que as mesmas não executam de forma correta o direito fundamental a um ensino qualificado estabelecido na Constituição Federal, promulgada em 1988. Logo, o Ministério a que se compete a pauta, pela falta de políticas públicas eficazes, como midiáticas que mostrem os valores dos cuidados paliativos, para solucionar o imbróglio, fere a legislação. Depreende-se, portanto, que essas práticas possuem preceitos não-positivados.
Ademais, é fundamental salientar que parte da lógica propulsora do problema se deve a negligência do Ministério da Saúde em pontuar a necessidade e benefícios que esses cuidados tem na vida dos pacientes. De acordo com Hannah Arendt, filósofa política alemã, o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, frase que pode ser ferozmente associada a problemática em questão. Diante desse contexto, o imbróglio é motivado por possível falta de interesse por parte tanto do Ministério quanto do Governo em melhorar as condições de vida dos pacientes. Logo, urge a intermediação dessa questão com ênfase em princípios normativos.
Urge, portanto, ao Ministério da Saúde, responsável por cuidar saúde da população, reavaliar sua postura diante a importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves. Logo, isso pode ser feito por meio de campanhas educacionais para os estudantes de medicina nas faculdades e conversas com os pacientes para ouvir o que eles querem. Ademais, compete ao Governo se atentar ao caso, a fim de efetivar o que garante a Constituição de 1988, melhorando o bem-estar da civilização.