A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 06/10/2021
O artigo 6°, da Constituição federal de 1998, alega que a higidez é direito de todos e dever do Estado. Nessa esteira, nota-se que a importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves, possui raízes amargas no país. Sendo assim, não só em razão do sucateamento da saúde e a falta de investimento nessa área, como também procedimentos muitos fortes que tiram o conchego dos pacientes.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a baixa qualidade da saúde e a falta de capital aplicada nessa área. Segundo o pensador Jhon Locke, em sua obra ‘‘Contrato Social’’, onde conta sobre o Estado deve garantir a universalização dos direitos sociais, como a qualidade de vida e o bem-estar a toda sociedade. Analogamente, o que observa-se nos dias de hoje é o contrário do que o autor prega em seu manuscrito. Em síntese, é inaceitável que esse problema persista na atualidade, pois o número de pessoas com doenças graves que ainda não conseguiram acesso aos tratamentos paliativos gratuitos ainda é muito grande, cerca de 66% das pessoas, de acordo com o site ‘‘Saúde Brasil’’.
Em segundo lugar, não há dúvidas de que os tratamentos muitos agressivos que tiram o conforto dos pacientes atuam como o principal impulsionador do problema. Em conformidade com o site da OMS, ‘‘saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente o desaparecimento da doença’’. De acordo com o site do G1, 76% dos pacientes com doenças graves desenvolvem alguns tipos de doenças mentais como depressão e ansidade, o que é muito comum na sociedade. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a crescer no Brasil, vista disso, a falta de apoio dos meios governamentais à essas pessoas e também a familia e amigos que devem estarem sempre ao lado delas.
Infere-se, portanto, intervir com urgência no que diz respeito ao valor das medidas protetivas paliativas para as pessoas com doenças graves. Em suma, o Governo deve investir dinheiro na área da saúde, por meio de áreas especializadas para tratar pessoas com enfermidades poderosas, para que esses lugares ofereçam atenção a todos tipos de necessidades desses indivíduos, não só como psicólogos, mas também ambientes adequados que ajudem eles a se sentirem melhores. Só então alcançaremos uma sociedade que promove direitos à essas pessoas que precisam tanto de apoio.