A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 12/11/2021
Conforme a primeira lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de percurso. Nessa perspectiva, em alusão ao corpo social brasileiro, por mais que os cuidados paliativos sejam importantes para preservar a saúde gradativa do paciente, ainda assim existem obstáculos a serem superados, uma vez que o atendimento muitas vezes é inadequado. Com isso, ao invés de funcionar como a força capaz de reverter essa situação, os desafios a respeito de conseguir manter o bem-estar da vítima, bem como a deficiência de profissionais para lidar com questões sérias acabam por contribuir com a situação atual.
Em primeira análise, durante a Segunda Guerra Mundial, a partir de 1939, houve um avanço da medicina, com intuito de melhorar a qualidade de vida das pessoas. A princípio, a expectativa se baseava na cura, mas com os cuidados paliativos essa realidade modifica, uma vez que é preciso o atendimento para fins de doenças potencialmente fatais. Porém, segundo a Organização Mundial de Saúde, essa forma de administração no Brasil ainda não é suficiente, sendo consideradas inferiores em relação a outros países. Por isso, é preciso que os órgãos públicos melhorem esse cenário, a fim de entender as necessidades do paciente de forma individual e personalizada, garantindo assim o bem-estar físico, emocional e psicológico.
Sob um segundo enfoque, de acordo com o filósofo Zygmunt Bauman, para definir o mundo globalizado, afirma que as relações sociais tendem a ser menos douradoras e frequentes. Diante disso, percebe-se a deficiência de profissionais para lidar com questões sérias, haja vista que o profissional paliativo deve agir de forma acolhedora, pensando no que é melhor para o próximo e como deve ser feita os serviços de atendimento. Até porque, caso os cuidados forem feitos de forma qualquer, é possível que o paciente sofra com o medo do futuro. Logo, fica claro que o município deve inserir trabalhadores eficientes.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que realizem a mudança do percurso. Para isso, urge que o Ministério da Saúde crie, por meio de verbas governamentais, projetos no Comitê de Ética, sendo administrados por médicos e enfermeiros, para incentivar a avaliação dos pacientes aos profissionais, a fim de restringir pessoas de alta qualidade e, com isso, fornecer o auxílio adequado. Além disso, ainda no projeto, é preciso que seja feito dinâmicas nos hospitais, para que essas pessoas possam se sentir acolhidas e mais felizes. Somente assim, será possível a mudança do percurso, de modo que garanta a perspectiva de um mundo melhor.