A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 11/10/2021
No filme “A culpa é das estrelas”, é visível a principal proposta inserida pelo autor, a qual trata-se de descobertas tardias de doenças graves, como também evidenciar a gravidade dos descuidos e da procrastinação do tratamento anterior da doença, fatos cinematográficos que não se diferenciam do contexto atual. Diante dessa perspectiva, é essencial analisar fatores como a escassez de estrutura pública e a falta de tratamento precoce, os quais favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a inércia governamental se tratando da disponibilização da estrutura necessária e adequada para o tratamento paliativo das doenças graves e possível amenização de efeitos posteriores. Esse conjunto de negligências favorece o crescimento das filas para possíveis exames e tratamentos e da apreensão dos enfermos em estado terminal, pensando e acreditando em uma possível ação do Estado para encontrar uma futura cura inexistente.
Ademais, é fundamental apontar a gravidade da falta de tratamento precoce, o qual, o cuidado paliativo obtém alto índice de sucesso, trazendo amenização do sofrimento e garantindo uma qualidade de vida considerada elevada para pessoas enfermas. Diante de tal exposto, é importante enaltecer como é importante esse tipo de terapia que proporciona um sentimento de dignidade na vida de um paciente terminal. Logo, é inadmissível a continuidade desse cenário.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Saúde, por intermédio das emissoras televisivas, promova um plano nacional de conscientização sobre a importância do tratamento paliativo e do autoexame em casos isolados para evitar descobertas tardias, a fim de mitigar o caos na saúde pública e promover uma vida digna à pessoa humana.