A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves

Enviada em 12/10/2021

A Medicina surgiu com Hipócrates com o intuito de curar as pessoas atingidas por pelas doenças comuns à epóca. Entretanto, com o passar do tempo, as necessidades da população foram sendo alteradas pelos novos hábitos e costumes que surgiram. Dessa forma, os cuidados paliativos foram ganhando espaço na Medicina e, atualmente, são fundamentais. A partir disso, nota-se que o respeito com o paciente é o primeiro desses cuidados e, além disso, abrange muitos outros profissionais além dos médicos.

Cabe destacar, em primeiro lugar, que o respeito ao paciente tem um grande papel, principalmente no caso de um diagnóstico de morte prevista. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a função dos cuidados paliativos é prevenir e aliviar o sofrimento, por meio da identificação precoce, avaliação e tratamento correto de sintomas e outros problemas, sejam eles físicos, psicossociais ou espirituais. Portanto, respeitar a dor sentida pela família e pelo próprio paciente e de extrema importância nesses casos.

Ademais, também é necessário ressaltar que, além dos médicos, muitos outros profissionais precisam estar envolvidos nesses cuidados. Isso ocorre, pois diversas demandas fazem parte do processo de abrandar uma doença e maximizar a qualidade de vida do paciente e de seus familiares. Para isso, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, terapeutas, fisioterapeutas e médicos devem estar alinhados em relação ao tipo de tratamento que será aplicado.

Torna-se evidente, portanto, que os cuidados paliativos são muito importantes para a população brasileira. Desse modo, o Ministério da Saúde deve promover o ajustamento de todas as áreas envolvidas no processo por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), fazendo com que todos tenham acesso, com o objetivo de abrandar os efeitos de uma morte prevista. Assim, a partir dessas medidas, será possível melhorar a qualidade de vida dos pacientes terminais e de seus familiares.