A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves

Enviada em 21/10/2021

Segundo o renomado filósofo Sócrates ‘‘Saúde não é tudo, mas tudo é nada sem saúde’’, com isso podemos entender a importância da saúde, pois sem ela não somos capazes de fazer nada mesmo tendo tudo. E é isso que os cuidados paliativos promove para um paciente com doenças graves, amenizando o sofrimento, tirando as dores físicas, psicológicas e dando uma melhor qualidade de vida. Uns dos fatores pelo qual esse procedimento tão necessário não ser realizado, é a rejeição por parte dos familiares e dos médicos, por acharem que não existe mais esperanças. Não só isso mas também, a falta de informação dos médicos em oferecer esse procedimento, não dando tal opção ao paciente e aos familiares em ter essa chance. Nesse sentido, convém analisar as principais causas, consequências e possíveis soluções para esse impasse.

Sob esse viés, compreendemos que a procura tardia pelos cuidados paliativos muita das vezes ocorre pela rejeição desde o início do tratamento, por quanto as pessoas acham que esse procedimento só é usado no estágio final da doença, onde não existe mais esperanças. Mas isso não é verdade. Segundo as informções do site Oncoguia, os cuidados paliativos aumenta a qualidade de vida do paciente, tirando todo aquele sofrimento e podendo até estender o tempo de vida. Coforme a OMS, apenas uma a cada dez pessoas recebe este atendimento no mundo hoje. Isso é um absurdo, pois muitas pessoas morrem sem conhecer a opção dos cuidados paliativos, perdendo a chance de fazer tantas coisas na qual esses cuidados permitem.

Além disso, alguns médicos não mencionam e nem oferecem os cuidados paliativos, impedindo os familiares e o paciente de pensarem no assunto. Segundo o artigo 196 da Constituição Federal, a saúde é um direito de todos, então a partir do momento em que o médico não mostra todas as opções e incluindo os cuidados paliativos, este direito estará sendo negado ao paciente. Isso é inaceitável, pois todos devem estar ciente dessa possibilidade, por quanto é uma esperança a mais que se cria, dando a chance do individuo conviver com a doença sem ter todo aquele sofrimento.

Portanto, é dever das ONGs e da Mídia em promover uma conscientização à população, tanto para aqueles que já conhecem os cuidados paliativos mas preferem não iniciar por acharem que é uma falta de esperança, quanto para aqueles  que não conhecem e não tem entendimento sobre o assunto. Por meio de campanhas e publicações nas mídias, conscientizando as pessoas a aderir esse tratamento, mostrando que é uma forma de aumentar a qualidade de vida do paciente e também informando as pessoas sobre essa opção para que possam exigir esse direito desde o início da descoberta da doença. Com a finalidade de os cuidados paliativos serem aderidos promovendo uma sociedade mais informad