A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 19/11/2021
Na obra cinematográfica americana “A Cinco Passos de Você”, aborda-se acerca dos cuidados preventivos em pacientes que posuem uma doença com baixas expectativas de longevidade e em como isso auxilia o bem-estar desses indivíduos. Analogamente, o cuidado paliativo com pacientes terminais ou enfermos que possuem uma baixa expectativa de vida faz aumentar a qualidade de vida desse cidadão, além de propiciar momentos familiares e sociais. Bem como, a preparação de profissionais para o cuidado de tais enfermos é fundamental, em que os profissionais da saúde devem estar preparados para aprimorar o bem-estar do paciente, além de não se envolverem emocionalmente.
Em primeira análise, consoante com o pensamento de Edmund Burke, ao proferir que é dever do Estado proteger seus filhos, deve-se evidenciar que é função do governo prover qualidade de vida para seus cidadãos, mesmo que esse bem-estar seja efêmero. Ademais, ao aumentar a qualidade individual do paciente, esse enfermo poderá expandir sua longevidade, além de proporcionar experiências graciosas de socialização, seja por meio do contato com a família ou pela relação com os amigos. Dessarte, os cuidados paliativos não só beneficiam o paciente, mas melhoram o convívio da família em sociedade, ao auxiliar essas pessoas com as adversidades médicas.
Sob um segundo olhar, tangente aos ideais de John Dewey, ao alegar que a educação não faz parte da vida mas é a própria vida, precisa-se salientar a importância da preparação profissional para o cuidado dos enfermos. Concomitantemente, a especialização de enfermeiros e médicos com pacientes terminais é de extrema notabilidade, pois isso irá garantir uma melhor relação e um melhor cuidado entre o profissional e o paciente. Assim como, o acompanhamento psicológico desses profissionais é fundamental, tanto para a estabilização psicológica desses indivíduos quanto para o auxílio psíquico aos enfermos, aperfeiçoando o tratamento de maneira que ele seja o mais efetivo possível sem afetar o aspecto mental dos médicos e enfermeiros.
Por tal prerrogativa, é de incumbência do Ministério da Saúde continuar provendo cuidados paliativos quando necessário, por meio de profissionais na área clínica e recursos hospitalares, com o objetivo de garantir o bem-estar do enfermo e de sua família, além de assegurar a proteção da comunidade, seguindo os princípios de Burke. Outrossim, é dever do Ministério da Educação aperfeiçoar o ensino de profissionais da saúde em relação aos pacientes terminais e do uso de medidas paliativas, por meio de aulas e palestras acerca do assunto com especialistas e tutores, além do acompanhamento psicológico desses estudantes e trabalhadores, com a finalidade de garantir um melhor serviço efêmero, além da segurança de médicos e enfermeiros.