A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 17/02/2022
Conforme a Constituição de 1988, todos possuem direito à saúde e à aplicação dela. Assim, muitas pessoas desenvolvem doenças terminais, o que é um sofrimento para o paciente e familiares. Logo, esses indivíduos e os entes precisam passar pelos cuidados paliativos. Esse quadro é fruto da dificuldade que o ser humano possui de aceitar a morte, gerando problemas em várias áreas da vida.
Nesse sentido, as adversidades na saúde afetam muitos cidadãos e levam à angústia das vítimas e das pessoas próximas. Segundo Aristóteles, filósofo, a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ocasião. Desse modo, as doenças apresentam estágio terminal, o qual o tratamento não possui o efeito esperado e o paciente não expõe melhora. Isso é uma grande aflição para os indivíduos envolvidos, pois a morte não é assentida por esses, pelo fato de não quererem deixar a vida ou perderem um ente importante. Em vista disso, os cuidados paliativos são fundamentais nessa situação, em razão deles prezarem pelo bem-estar do ser humano e dos familiares, o que faz essa área trabalhar a doença e o óbito de forma que as pessoas entendam melhor esse momento.
Ademais, ao passar por problemas de saúde fatais, o enfermo e os parentes levam isso para as outras áreas da vida, podendo prejudicá-las. Essa situação ocorre, visto que há uma preocupação com o estado do doente, o que faz o indivíduo ficar disperso, sem alimentação ou não realizar as higienes básicas. Com isso, os profissionais das prudências aliviadoras realizam tratamentos com esses cidadãos, os quais mostram a realidade e respeitam as decisões das pessoas. Nesse contexto, esses indivíduos usufruem da concessão presente na Constituição Brasileira e detêm de uma melhor qualidade de vida com os cuidados paliativos.
Portanto, cabe à mídia televisiva realizar projetos a favor desse tratamento, durante os programas de horário nobre, para ter um maior alcance, por meio da participação de profissionais dessa área e de cidadãos que receberam essa prudência, esses relatarão a importância, como ele ocorre e a eficácia, a vista de que os brasileiros aceitem os cuidados paliativos e tenham um bem-estar em momentos difíceis como os relatados. Dessa maneira, espera-se que a visão do filósofo Aristóteles não seja tão presente na realidade.