A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 08/05/2022
A Contituição Federal de 1988,documento jurídico mais importante do país,prevê em seu artigo 6°, o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro.Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a importância dos cuidados paliativos para indicíduos com doenças gravez, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante.Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a problemática.Nesse sentido,é evidente que os tratamentos traga dignidade aos pacientes.Essa conjuntura,segundo as ideas do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”,já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais,é fundamental apontar que,hoje, a medicina foca na cura e sim na qualidade de vida da pessoa.Hoje em dia, ela assume responsabilidades com os pacientes e familiares até onde é possível manter a qualidade de vida.Logo, é indamisspivel que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se,portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos.Para isso,é imprescindível que o Governo Federal e o Ministério da Súde, por intermédio de iniciativas incentive os parentes a zelarem pela qualidade de vida do paciente ate o final do leito da morte.Assim, se consolidará uma sociedade mais saudável, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.