A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves

Enviada em 15/05/2022

O tratamento de doentes que se encontram em fase terminal é um problema e por isso faz se necessário à discussão acerca dos cuidados paliativos e seu métodos, aplicados por profissionais na área da saúde. Desse modo, a adoção do método significa: uma forma de abandono e despreparo por parte do Estado em investir no tratamento ou é o modo correto e humanizado de cuidar do sofrimento, angústia e tristezas que assolam o paciente e a sua família nessa fase do diagnóstico.

Primeiramente, a Constituição de 1988 determina que é dever do Estado zelar pela saúde dos seus cidadãos. Entretanto, percebe-se um abandono no sistema único de saúde (SUS) quando se tem um diagnóstico considerado doença grave. Sendo assim, muitos tratamentos protocolados pelo uso de medicamentos são substituídos pela assistência terapêutica ,visto que, existe pouco investimento do Estado em disponibilizar recursos significativo para a compra de remédios com novas tecnologias e seus equipamentos. Com isso, é notável a banalização dos tratamentos oferecidos pela rede pública e seus impactos na saúde.

Ademais, quando um paciente é diagnosticado com uma doença terminal, além do sofrimento físico existe o sofrimento emocional, caracterizado pela tristeza e angústia do doente e da família. Nesse sentido, os cuidados paliativos são iniciados e tem a importante função de tratar os envolvidos com a finalidade de amenizar o sofrimento. Consoantemente isso, existem muitas equipes de profissionais graduados que saem das faculdades despreparados e sem o conhecimento mínino para iniciar a abordagem de forma correta.

Portanto, para que se tenha um atendimento mais humanizado cabe ao Estado investir seus recursos na área da saúde, em compras de tecnologias de ponta. E que o Ministério da Educação em parcerias com as unidades de saúde promova palestras e cursos obrigatórios à profissionais da área da saúde com o intuito de incentivar melhorias na abordagem dos cuidados paliativos em indivíduos com doenças graves. Somente assim, com o auxílio do Estado e o preparo adequado dos profissionais existirá um tratamento humanizado e responsável acessível a população.